INFORMAÇÃO<Guia de raça << TOSA >>
   

TOSA: DE LUTADOR A GUARDIÃO

 
 


Criadores apostam nas qualidades de guardião e companheiro do mais temido cão de lutas japonês e salvam a raça da extinção. Não fosse a ânsia do mercado norte-americano por novidades, talvez os Tosas (pronuncia-se tôsás) já estivessem correndo o risco de extinção. No Japão, onde surgiram e foram desenvolvidos como cães de luta, o número de exemplares registrados nos últimos anos no Japan Kennel Club é menor do que a quantidade de filhotes nascidos numa ninhada. Nos Estados Unidos, ao contrário, a raça vive atualmente seu momento de maior expansão. Nos últimos dois anos, o número de criadores associados da International Tosa-Ken Association (ITKA) - cuja sede, não por acaso, fica em território norte-americano - triplicou, pulando de 50 para 150. "Os cães registrados passaram de 100 para 270", contabiliza Anne Absey, presidente da ITKA e uma das pioneiras na criação da raça nos Estados Unidos. O motivo que explica esse contraste é, aparentemente, bastante simples: enquanto os cães de guarda são muito populares entre os americanos, no Japão costumam se restringir ao estreito círculo policial. "O treinamento para guarda é praticamente desconhecido do público", afirma Takashi Hirose, vice-presidente do Tosa Token Center e responsável pelos registros da raça no Japan Kennel Club. É verdade. Em 1994, por exemplo, não houve uma única raça de guarda entre as 28 mais registradas - que respondem por mais de 95% do total de registros. Mas, como dissemos, a simplicidade dessa explicação é apenas aparente. Na verdade, ela se funda na cultura dos dois povos e nas transformações que eles vêm conhecendo ao longo do tempo.

 
"Em Tóquio, a segunda cidade do mundo, os crimes são tão raros que parte dos policiais anda desarmada."

 

Se, por um lado, nos Estados Unidos os índices de criminalidade tornam o cão de guarda um item quase obrigatório nas casas, no Japão a situação é outra. "Não sofremos tanto os efeitos da violência urbana", explica Hirose. "Em Tóquio, a segunda cidade do mundo, os crimes são tão raros que parte dos policiais anda desarmada." Há, porém, uma outra razão para o Tosa perder terreno em seu país natal. É que os japoneses ainda vêem nele o tradicional cão de luta, imagem que a raça guarda desde as suas origens, no século XIV. "Admiram a sua força e coragem, mas, para a maioria, o Tosa é apenas um cão de briga", diz Takashi Hirose. E as lutas - muito populares no passado -, hoje são poucas e atraem públicos pequenos. "Além disso, as pessoas preferem cães que possam ser mantidos em apartamentos e em casas sem quintal", afirma o criador.

BOM DE GUARDA

Não que o Tosa não possa ser criado em apartamento. Mas esse não é o lugar mais adequado para um cão de grande porte, robusto, que na idade adulta atinge no mínimo de 60cm de altura (na cernelha) e tem entre 50 e 70 quilos. Esse tamanho avantajado, além da "cara de mau" que caracteriza a raça, costumam manter distantes possíveis intrusos. Dessa forma, até na aparência ele é um guarda nato. "Quando saio com o caminhão, para fazer entregas, levo alguns dos meus filhotes na caçamba. Aí, posso me afastar do veículo sem receio. O porte e a expressão brava fazem com que as pessoas passem longe, com medo de que eles ataquem", afirma Dennis Von Hof, do Von Hof Kennel, na Pensilvânia - EUA, criador da raça há seis anos. A aparência, por sinal, é uma característica interessante. Muitos confundem o Tosa com o Mastife e o Fila Brasileiro; na maioria das vezes, questionam como um cão japonês pode ter traços tão ocidentalizados. A verdade é que, até o século passado, ele guardava características semelhantes às das raças típicas japonesas, como Akita, Shikoku e Kiushu. Variava de tamanho e aparência de uma aldeia para outra, mas no geral lembrava realmente um cão japonês, tipo spitz. "Eram até colocados nas arenas junto com os Akitas. Ninguém fazia muita distinção entre um e outro", conta Hirose. Com o processo de ocidentalização do Japão, a partir da segunda metade do século XIX, outras raças boas de briga entraram no país e passaram a ameaçar o reinado do Tosa. Foi então que os criadores nipônicos decidiram cruzá-lo com cães de grande porte vindos de outras partes do mundo - Buldogue (1872), Mastiff (1874), Pointer Alemão (1876) e Dogue Alemão (1924), além de Bull Terrier e São Bernardo -, provocando mudanças em suas características iniciais. Essa miscigenação, ao que tudo indica, valeu a pena: segundo Carl Semencic, no livro The World of Fighting Dogs, a raça voltou a ser a grande vencedora das lutas. Esses cruzamentos sucessivos, por sinal, são em parte responsáveis pelas qualidades do Tosa, e que o acabam diferenciando dos demais cães de guarda. Por exemplo: apesar de, quando adulto, se tornar muito desconfiado em relação a estranhos, ele não se joga impulsivamente ao ataque.

 
É reservado, paciente. Primeiro, observa; em seguida, ao constatar que alguma coisa está errada, late, para alertar o dono e intimidar o agressor. Só depois, ataca.

 

É reservado, paciente. Primeiro, observa; em seguida, ao constatar que alguma coisa está errada, late, para alertar o dono e intimidar o agressor. Só depois, ataca. É como se desse ao inimigo a chance de se afastar antes de tomar providências drásticas. (E, quando um Tosa late, é porque alguma coisa está mesmo muito errada. Em condições normais, ele é silencioso.) Os amigos do dono, caso estejam na companhia de alguém da família, podem até receber olhares desconfiados, mas não são atacados. "Mesmo que isso acontecesse, bastaria uma ordem do proprietário e ele pararia", assegura Anna Adams, do Fire Mountain Kennels, sediado na Califórnia - EUA. Para Anne Absey, da ITKA, esse comportamento é um dos fatores que torna a raça confiável. "Cães muito agressivos são instáveis e podem causar acidentes sérios", opina ela. Que ninguém espere, porém, que os Tosas fiquem rondando a casa, pulando no muro, assustando com latidos e saltos os que passam do lado de fora do portão. Eles podem ser muito ativos quando filhotes, mas depois de aproximadamente dois anos de idade tornam-se quietos. "Passam boa parte do tempo deitados, ou andando lentamente", conta Anna Adams. Ao contrário das raças mais barulhentas, agem como patrulheiros: de quando em quando saem, fazem a ronda e voltam. "Às vezes, estou passando aspirador de pó e os meus cães ficam ao meu lado. De repente, correm para o lado de fora e se colocam em posição de alerta. Depois de algum tempo, ouço a campainha tocar ou alguém me chamar. Praticamente não latem, mas estão sempre atentos", diz Anna Adams. Não é apenas a observação, porém, que os faz bons vigilantes. A audição e o faro apurados (este último, conseqüência direta da inclusão do Pointer na formação da raça) ajudam-nos a detectar com facilidade a presença de intrusos. Outra qualidade que merece destaque é a pele grossa e resistente, típica dos cães de briga. "Ele agüenta bem mordidas e ataques que possam ocorrer durante a guarda", diz Anne Absey, que também salienta a apurada noção de defesa do território como uma das características principais do Tosa, atributo herdado dos boiadeiros. A obediência, a lealdade e a devoção ao dono são outras qualidades apontadas pelos criadores. Dennis Von Hof diz que eles podem até não gostar de alguma ordem, mas jamais reagem. Na pior das hipóteses, ignoram-na. "É preciso ter comando sobre o Tosa. Mas nada que se compare a outras raças. Para ser proprietário de um Dogo Argentino, por exemplo, é necessário, de preferência, ser homem, forte e impositivo. Com o Tosa, isso não é preciso", exemplifica ele, que cria duas raças. Mas para que sejam ao mesmo tempo bons protetores e ótimos companheiros da família, "devem ser socializados desde filhotes", salienta Anna Adams. "Os meus entram em contato com outras pessoas e outros animais desde pequenos. Faço uma espécie de 'supersocialização', para evitar problemas no futuro." Isso significa levar os filhotes a parques, locais públicos, e a qualquer ponto onde haja grande concentração de gente. Significa, também, realizar uma espécie de adestramento simplificado de obediência desde cedo, acostumando os filhotes a certos comandos básicos, como os de parar e se aproximar.

AMIGO DO PEITO

"Esse treinamento também é importante por dois motivos. Primeiro, porque os Tosas têm que aprender desde cedo a cumprir ordens. Em segundo lugar, porque o treinamento impede que sejam muito estabanados no futuro", acrescenta Dennis Von Hof. Dessa forma, garantem os criadores, os Tosas tornam-se grandes amigos da família. E das crianças, apesar do tamanho avantajado - embora, nesse item, seja preciso tomar certos cuidados. Anna Adams, por exemplo, conta que os três filhos, e os das amigas, costumam brincar no quintal, na companhia dos cães. Evidentemente, existem limites. O porte, o jeito desengonçado e a agilidade dos Tosas fazem com que não sejam os companheiros de folguedos mais adequados a crianças com menos de seis anos de idade. Como eles não têm noção da própria força, podem derrubá-las, provocar contusões e arranhões - inclusive com as unhas, fortes e afiadas. Isso vale principalmente para os filhotes, que até os 18 a 20 meses adoram brincar e são bastante desajeitados. "Até essa idade eles lembram os Boxers, fazem festa, são receptivos, inclusive com estranhos. Depois é que adquirem as características típicas da raça, tornando-se pacatos e sérios", diz Von Hof. Um exemplo desse temperamento alegre nos filhotes foi presenciado por Anna Adams. Ela conta que um Tosa nascido em seu canil foi levado a um piquenique no campo. Em certo momento, as crianças começaram a correr, e o cão, ao ver a farra, quis participar. O problema é que ele estava amarrado ao pé da mesa. No entanto, nem isso o impediu de tomar parte na brincadeira. Levantou-se e juntou-se à criançada, arrastando a mesa e derrubando a comida no chão. "Esse mesmo exemplar, certa vez, brincou o dia inteiro com meninos de 4 e 5 anos. No final da tarde, quando os pais foram pegá-los, o cachorro não deixou: interpunha-se entre eles e as crianças. Só os donos do Tosa conseguiram separá-lo da garotada", relata Anna Adams, exemplificando o senso de proteção que os cães desenvolvem em relação àqueles aos quais se apegam. A criadora dá uma dica aos que pretendem adquirir um exemplar: até os dois anos, eles são verdadeiros "varredores": quando balançam o rabo, derrubam tudo o que há no caminho. Por isso, é fundamental ter uma casa "à prova de filhotes". Ela diz que se deve evitar deixar objetos quebráveis em prateleiras baixas ou nas mesas de centro da sala. "Para saber a partir de onde colocar as suas coisas, tome como medida a altura do rabo, o maior vilão da história", aconselha. Quando adulto, por causa da queda no nível de atividade. O Tosa torna-se mais comportado.

LENTO APRENDIZ

O fato de eles, quando filhotes, serem assim ativos faz com que prefiram as brincadeiras ao treinamento. Isso significa que se transformam em aprendizes não muito interessados. Jennifer Hansen, adestradora há 15 anos em Hollywood, garante que o ideal é que os Tosas comecem a ser treinados quando atingem cinco a seis meses. "Em casos extremos, pode-se iniciar o treino quando o exemplar tiver 100 dias de vida, mas nesse período eles aprendem os comandos devagar", afirma ela. Von Hof explica que isso não se deve a nenhuma deficiência, e sim a um amadurecimento tardio da raça: "O cachorro adulto, ao contrário do filhote, aprende depressa". Anna Adams compara a inteligência da raça à do Rottweiler. A diferença, segundo ela, é que os Tosas são bem mais sensíveis: percebem quando os donos não estão dispostos a brincadeiras. Como inteligência, porém, não é sinônimo de aprendizado rápido, o melhor, em relação aos filhotes, é agir com paciência.

GLÂNDULA

Os Tosas quase não apresentam problemas de saúde. Segundo o veterinário David Zachery, da Califórnia - EUA, as doenças mais comuns são a displasia, torção gástrica - que só não é muito freqüente porque os criadores tomam os devidos cuidados - hipertrofia e luxação da glândula da terceira pálpebra, ou cherry eye. O nome cherry (cereja, em português) foi dado porque essa glândula torna-se visível no canto do olho, com o formato de uma cereja. O uso de antinflamatório não traz bons resultados. Uma solução, é a retirada da glândula por cirurgia simples. Mas, como essa glândula é responsável por cerca de um terço da produção total de lágrimas, sua eliminação causa uma diminuição das lágrimas, deixando a córnea desprotegida e seca, explica Michele Sandrault, veterinária especializada em oftalmologia, da Clínica Pet Pillow, em São Paulo. O olho seco acarreta um processo inflamatório na córnea conjuntiva que pode levar até a cegueira. O ideal, afirma Michele, é recolocar a glândula em sua posição original, por meio de uma cirurgia.

SUMÔ CANINO

Conta-se que, ao longo do tempo, as lutas eram assistidas pelos samurais (guerreiros da casta militar), que aprendiam, com os cães, lições de força, coragem e resistência à dor. Os embates se davam em arenas octogonais, de quatro metros de diâmetro, feitas com cercas de bambus presos a oito toras de madeira. A altura variava entre um metro e um metro e meio e havia saídas em lados opostos. No chão, eram colocadas esteiras. Dois cães entravam no ringue ao mesmo tempo e iniciavam uma luta feroz, da qual era declarado vencedor aquele que obrigasse o outro a fugir ou provocasse no adversário, um sangramento intenso. A coragem e a resistência também eram valorizadas. Se um cão, mesmo atacado, não se rendesse e continuasse a se defender, podia ser considerado ganhador, mesmo sem ter tido a iniciativa nem o domínio total da briga - que durava trinta minutos e era julgada por um juiz principal, dois assistentes e no mínimo três examinadores. Participavam das lutas várias raças de origem japonesa, mas a grande atração eram os Tosas. Naturais da província de Kochi, cruzados com cães oriundos de outras pastes do mundo, eles se tornaram invencíveis e respeitados numa época em que chegavam a ser realizadas duas grandes lutas por mês, com enorme afluência de público. Isso tornou o Tosa o cachorro mais temido do Japão. Os tempos, no entanto, mudaram. Durante a Segunda Guerra Mundial, com a escassez de comida, poucos exemplares sobreviveram. A raça tornou-se rara e pouco popular.

 
Naturais da província de Kochi, cruzados com cães oriundos de outras pastes do mundo, eles se tornaram invencíveis e respeitados numa época em que chegavam a ser realizadas duas grandes lutas por mês

 

Esse quadro se intensificou no pós-guerra, com a edição de leis que foram proibindo paulatinamente as pelejas entre cães - a ponto de, hoje, haver apenas três ou quatro torneios anuais em todo o Japão e algumas competições menores, restritas a áreas montanhosas e regiões distantes. Nesses locais, por sinal, os registros dos cães guardam resquícios de tempos antigos: manuscritos pelos proprietários, na hora da venda, são gratuitos e não têm valor legal. Como esses cães costumam permanecer em suas vilas de origem, a tradição se mantém. Muitas delas contam com pequenas associações, cujo alcance é apenas regional. O Japan Kennel Club não interfere nesse traço cultural do país, mas também não reconhece esses exemplares como legítimos. A raça tem até um centro turístico localizado em Kochi - o Tosa Token Center -, onde há parque, restaurante e 15 exemplares de Tosa que se revezam em breve demonstrações de lutas, realizadas três vezes ao dia. "Como a raça hoje é rara no país, os japoneses costumam lotar o centro durante os fins de semana e os feriados, quando para lá se dirigem cerca de três mil pessoas. Nos dias úteis, porém, o movimento cai para 200 a 500 visitantes", comenta o proprietário, Takashi Hirose. Ele conta também que as pelejas entre cães são uma adaptação do sumô, tradicional luta japonesa. Por esse motivo, os Tosas são conhecidos como "lutadores de sumô do mundo canino". Os trajes são cópias daqueles usados pelos homens, e até mesmo parte do cerimonial é utilizada nas lutas entre cães. "Em primeiro lugar, um campeão é apresentado aos espectadores, com a roupa típica. Depois, há a distribuição de mochi (bolinhos de arroz), com os quais se comemora a sorte e a alegria de estar na arena. Só então a luta tem início", relata Hirose. O fato de os Tosas serem essencialmente cães de briga fez com que a Inglaterra proibisse a entrada de exemplares em seu território, em 1991. Alegou-se que eram muito agressivos. "Os demais países tomaram conhecimento da medida, o que ajudou a deteriorar a imagem da raça", lamenta Hirose. Em contraposição, além da expansão do Tosa nos Estados Unidos, há outra boa notícia para os criadores e admiradores: existem exemplares da raça na Europa e criadores de Hong Kong já encomendaram exemplares ao Tosa Token Center. Os primeiros devem ser enviados para lá em 1997, quando Hong Kong deixa de ser protetorado inglês (e portanto proibido de manter Tosas em seu território) e passa para o controle da China.

 

PADRÃO OFICIAL

FCI nº 260 de 5/6/1995. País de origem: Japão. Nome no país de origem: Tosa Token.

APARÊNCIA GERAL: cachorro de grande porte, modos imponentes e composição robusta. Possui orelhas caídas, pêlo curto, focinho quadrado e cauda pendente, grossa na raiz.

TEMPERAMENTO: o temperamento é marcado pela paciência, compostura, audácia e coragem.

CABEÇA: Região Craniana - Crânio: amplo. Stop: preferivelmente abrupto; Região Facial - nariz: grande e preto; cana nasal reta. Focinho: moderadamente longo. Mandíbulas: superior e inferior fortes. Dentes: fortes, com mordedura em tesoura. Olhos: preferencialmente pequenos, castanhos-escuros, com uma expressão digna. Orelha: relativamente pequenas, preferencialmente finas, com inserção alta ao lado do crânio, pendentes, próximas às bochechas. Pescoço: musculoso, com uma barbela.

CORPO: Cernelha: alta. Dorso: uniforme e reto. Lombo: amplo e reto. Garupa: levemente arqueada na parte superior. Peito: amplo e profundo, costelas moderadamente curvadas. Ventre: bem delineado. Cauda: grossa na raiz, afinando em direção à ponta, alcançando os jarretes, quando caída.

MEMBROS ANTERIORES: Ombros: moderadamente oblíquos.
Antebraço: reto, moderadamente comprido e forte.
Quartelas: levemente inclinadas e robustas.

MEMBROS POSTERIORES: músculos muito desenvolvidos. Juntas do joelho e jarretes moderadamente angulados, fortes. Patas: fortemente compactadas. Almofadas plantares espessas e elásticas. Unhas fortes e preferivelmente de cor escura.

MOVIMENTAÇÃO: robusta e poderosa.

PELAGEM: Pêlo: curto, duro e denso. Cor: cores sólidas de vermelho e fulvo são ideais, mas pequenas marcações brancas e vermelhas são também permitidas.

TALHE: altura mínima na cernelha de 60cm para os machos e 55cm para as fêmeas.

FALTAS: qualquer desvio dos termos deverá ser considerado como falta e penalizado de acordo com sua gravidade. Focinho achatado; leve prognatismo inferior ou superior; ossos finos.

FALTAS DESQUALIFICANTES:
timidez, prognatismos superior e inferior muito acentuados.

NOTA:
os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.

 
   
   

 

PARA SABER MAIS
Livros: 1) The World of Fighting Dogs, por Dr. Carl Semencic, TFH Publications, Neptune City, New Jersey - EUA.
2) Pitbulls and Tenacious Guard Dogs, por Dr. Carl Semencic, TFH Publications, Neptune City, New Jersey - EUA.

Clubes: 1) The International Tosa Association, em Arcadia, Califórnia - EUA. Tel. (001818) 768-0691. 2) The Worldwide Tosa Federation, em New York - EUA. Tel. (001212) 439-1199. 3) Tosa Token Center, em Kochi-shi, Japão. Tel. (0081888) 42-3315.

Canis: 1) Von Hof Kennels, Girard, Pensilvânia, tel.: (001814) 474-5197. 2) Fire Mountain Kennels, Baskerfield, Califórnia, EUA, tel.: (001805) 589-0611. 3) Dogstar Kennels, Sun Valley, Califórnia - EUA, tel.: (001818) 767-8442.
Internet: http://www.cyberpet.com/cyberdog/breed/tosa/tosa.htm

Agradecemos aos entrevistados e à revisão técnica deste texto feita por Hilda Drumond, diretora cinotécnica da ACB e Anita Soares, juíza de todas as raças pela CBKC. Reportagem e tradução do Padrão Oficial: Rodrigo Flores. Redação: Bernadette Siqueira Abrão. Tradução do Padrão Oficial: Rodrigo Flores. Foto: Fire Mountain Kennels. Prop.: Fire Mountain Kennels.
Direitos autorais do texto: Cães&Cia, é proibida a reprodução total ou parcial do texto

 

 
   
conheça também: