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Citroën
Depois da perua C5
Break, que chega ainda em janeiro, a novidade no mês seguinte é o o comercial
Jumper, feito pela Iveco, em Sete Lagoas, MG. É mais uma versão dos clones Iveco Daily e Fiat Ducato. Em meados do ano a
Xsara Picasso ganha conforto, com transmissão automática opcional, e fica mais barata, pois a fabricação brasileira do motor 1,6 16V (110 cv) viabilizará seu emprego na minivan. |
| O Stilo não
significa morte imediata para o Brava. E com razão: apesar da
evolução mecânica, seu desenho está longe de superar o antecessor |
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Fiat
Apesar do cerco ao Palio e ao Marea por novos concorrentes, é no segmento dos
hatches médio-pequenos que a marca investe este ano: no último trimestre sai o
Stilo, produzido aqui mesmo em Betim, MG. Deverá ter cinco portas e o motor 1,75-litro 16V de 132 cv do Brava HGT, versão que substitui. |
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Alguns detalhes
vão mudar, mas o resultado do Projeto Amazon, o Ford baiano, será
muito parecido com este novo Fiesta, lançado em setembro na Europa |
Ford
O primeiro lançamento é o Mondeo de segunda geração, conhecido dos europeus desde setembro de 2000, que atrasou por causa dos estoques do antigo. Todo novo no desenho, traz inédito motor Duratec de 2,0 litros e 145 cv, podendo
vir também a versão V6. Com preço na faixa de R$ 80 mil a R$ 100 mil, vem concorrer com VW Passat, Citroën C5 e outros médio-grandes de luxo. |
| À frente dos
europeus: o novo estilo dianteiro do Corsa será aplicado aqui em
março e chega só seis meses depois ao equivalente alemão |
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Além do hatchback, esperado para meados do ano, estão nos planos
a versão três-volumes e um pequeno utilitário-esporte (similar ao conceito
Fusion da Ford européia), que entra em produção em dezembro. O Fiesta atual, rebatizado Street, permanece em linha com motor 1,0 enquanto tiver mercado. |
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Fotografado secretamente e
divulgado pela Internet, o novo Corsa traz lanternas elevadas, maior
espaço interno e motores 1,0 e 1,8 |
Além do motor 1,0 16V, o novo Corsa usará o 1,8 de oito válvulas e 110 cv que equipava o Astra até há pouco -- repete-se assim a cessão de motores ocorrida em 1989, com o 1,8 do Monza para o Kadett, e em 1998, com o 2,0 do Vectra para o Astra. A decepção é ver
um motor veterano em um carro tão moderno, mas os estudos de utilização da linha Fire, da Fiat, em modelos GM podem solucionar isso a médio prazo.
Continua |
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