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O requinte
clássico da grade, dos apliques de madeira e do volante, que lembra
os
Cadillacs dos anos 60, mesclado a recursos ao gosto dos jovens que a
marca pretende atingir
Coincidência ou não, é evidente que a Cadillac foi buscar inspiração nos concorrentes diretos que vêm da Alemanha, como BMW, Audi e Mercedes. O CTS foi testado e desenvolvido no circuito de Nurburgring, berço do aprimoramento dos rivais alemães. As suspensões são de alumínio e utilizam o sistema de braços duplos na frente e multibraço na traseira, ambas com coxins hidráulicos para diminuir as vibrações e aumentar o conforto.
Sensores presentes nos freios detectam qualquer elevação brusca de
temperatura, fazendo com que a transmissão reduza as marchas
automaticamente para auxiliar o sistema. O Stabilitrak pode ser desativado pelo motorista que desejar uma condução mais nervosa. O conjunto de rodagem é composto por rodas de 16 pol e pneus 225/55 HR, sendo opcionais rodas de 17 pol e pneus 225/50 VR, aptos para velocidades mais altas (240 km/h). A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em menos de 7 s.
Outros equipamentos que merecem destaque são o ar-condicionado automático com seleção de temperatura independente para os lados direito e esquerdo do carro, volante com comandos de múltiplas funções,
controle automático de velocidade, bolsas infláveis frontais, laterais e para a cabeça, sistema de som com toca-fitas e armazenador de CDs, bancos dianteiros com aquecimento e faróis com
lâmpadas de xenônio.
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