| Citroën
C5: enfim, aparece o sucessor do Xantia |
Um dos lançamentos mais aguardados
-- e mantido em segredo até a abertura do salão à
imprensa, neste dia 28 --, o Citroën C5 vai assumir não
só o lugar do Xantia, como também o do topo-de-linha XM
até que surja seu sucessor direto, o C6 (já apresentado
como carro-conceito). As linhas são muito próximas das
que o Best Cars Web Site revelou ainda
em 1999 (saiba mais), tendo a frente inspirado o novo Xsara (veja
neste mesmo artigo).
O C5 é o primeiro Citroën com a nova denominação, que
troca nomes com "X" por siglas alfanuméricas.
Depois dele haverá o C6, o pequeno C3 (sucessor do Saxo)
e o médio-pequeno C4, para o lugar do Xsara. O novo sedã
é mais longo que o Xantia, com 4,62 metros, e traz um
terceiro volume (porta-malas) mais destacado que o "meio
volume" de seu antecessor, com capacidade de 456
litros. No interior, uma meta foi proporcionar ampla
visibilidade aos passageiros, pelo que a altura chega a 1,48
metro.
Chega em janeiro com seis bolsas infláveis, controle de
tração e motores de 2,2 litros HDI, de 136 cv, e V6 3-litros
de 210 cv. Mais tarde virão o 2-litros HDI e o 2-litros
de injeção direta HPi. Sua plataforma dará origem aos
diversos Citroëns e Peugeots dos segmentos grande e médio-grande.
Como não poderia deixar de ser, está presente a mais
moderna suspensão Hydractive, capaz de adaptar os
amortecedores às condições de estrada e aos movimentos
do veículo, como aceleração, frenagem e curvas. Em
alta velocidade a altura de rodagem é reduzida, em 15 mm
à frente e 11 mm atrás, para um centro de gravidade
mais baixo e menor sustentação aerodinâmica. Já em piso irregular pode ser
elevada em 13 mm. Não há manutenção prevista no
sistema antes de cinco anos ou 200.000 km.
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