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O Vectra que não teremos A Opel
apresenta sua terceira geração, com mais |
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| Uma das ausências mais sentidas do recente Salão de Frankfurt
(leia cobertura), o Opel Vectra de terceira geração já não é mais segredo. A marca divulgou as primeiras fotos das
versões de quatro portas, cuja produção começa em janeiro em Rüsselsheim, Alemanha,
e hatchback de cinco portas, a ser feita em Ellesmere
Port, Inglaterra. O lançamento oficial, porém, ocorre apenas no evento de Genebra, Suíça, em março.
Como quase todo novo automóvel, o Vectra cresceu. A distância entre eixos passou de 2,64 para 2,69 metros, não tão ampla quanto a de alguns concorrentes, como o Renault Laguna. As bitolas são mais largas, mas o
coeficiente aerodinâmico não evoluiu: permanece em 0,28.
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Os motores iniciais serão de 1,8 e 2,2 litros a gasolina, 16-válvulas, com potências de 125 e 147 cv, e de 2,0 e 2,2 litros turbodiesel, com 100 e 125 cv.
O V6 de 2,6 litros virá mais tarde. Alguns motores poderão vir com transmissão automática seqüencial de cinco marchas. As suspensões conservam o conceitual atual -- McPherson à frente, multibraço atrás -- mas ganham elementos de alumínio; a direção tem assistência eletroidráulica, como no Astra, e nova programação eletrônica.
Quanto à segurança, seis bolsas infláveis são de série em todo novo Vectra, assim como encostos de cabeça ativos, que se movem para proteger a coluna cervical em caso de colisão. Evoluiu também o
controle de estabilidade, que o Vectra brasileiro ainda não tem.
Por falar em versão nacional, desista de entrar na lista de espera: a General Motors não deve produzir aqui ou mesmo importar o novo
Vectra, em função de preço. Espera-se que a segunda geração -- a que temos desde 1996 -- seja reestilizada, para permanecer no mercado por mais alguns anos. Assim como Volkswagen, Ford e Fiat, a GM parece ter desistido de
fabricar no Brasil seus novos carros médio-grandes. |
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