|
A
Honda começa a vender no Japão neste dia 26 a segunda geração do Fit,
sucessor do modelo apresentado em 2001 na Europa e produzido desde 2003
também no Brasil. Mais de dois milhões de unidades já foram vendidas do
primeiro Fit (chamado de Jazz na Europa) em 115 países.
O carro ficou um pouco maior, com 3,90 metros de comprimento (55 mm a
mais), 1,695 m de largura (20 mm a mais) e 2,50 m entre eixos (50 mm a
mais), embora a altura permaneça em 1,525 m. Dentro da tendência atual,
as formas estão mais robustas, mas a Honda manteve a identidade com a
primeira geração: basta olhar o novo para perceber que é um Fit.
Há boa semelhança também no interior, que ganhou em conforto: o banco
traseiro é 20 mm mais largo e 15 mm mais longo, o volante tem ajuste em
altura e distância e as colunas dianteiras estão mais finas. Um teto
solar de grandes dimensões é oferecido, assim como o pacote esportivo
Road Sailing (RS). Os bancos têm o sistema chamado de Ultra Seat, com
quatro modos de uso: rebatimento do traseiro, reclinação total do
dianteiro direito (para transporte de cargas longas), levantamento do
assento traseiro (para levar objetos altos) e reclinação de ambos os
dianteiros, o que compõe uma cama.
A Honda informa ter adotado novo chassi, mas o Fit mantém os sistemas de
suspensão (McPherson à frente e eixo de torção atrás). Os dois motores
são conhecidos, de 1,3 e 1,5 litro, mas o primeiro também passa a contar
com comando variável i-VTEC e quatro
válvulas por cilindro, antes restritos ao 1,5. Com isso, o 1,3 agora
entrega potência de 100 cv -- a do outro motor também subiu, para 120
cv. A opção de câmbio de variação contínua
(CVT) e o uso de assistência elétrica de direção continuam. No Japão
há opção de tração integral, acionada de modo automático se as rodas
dianteiras perdem aderência.
O novo Fit deve chegar ao Brasil no prazo médio de um ano, seguindo o
ritmo de atualização que a Honda tem imposto. |



 |