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Desde que o Classe A foi apresentado, em 1997, alguns -- também aqui no
BCWS -- se perguntam por que a Mercedes-Benz não aplicou seus
atributos a um carro maior e mais baixo, que se tornaria mais estável,
confortável ao rodar e atraente a um público que rejeita modelos
pequenos. Agora, oito anos depois, aparece um "Mercedinho" com essa
fórmula: o Classe B.
Com estilo antecipado pelo conceito Vision B,
no último Salão de Paris, ele chega para competir com
Audi A3 e BMW
Série 1. Mede 4,27 metros e, com o enorme entreeixos de 2,77 m,
garante espaço para pernas similar ao de um grande Classe S! Como no
"A", parte dos órgãos mecânicos fica por baixo do compartimento de
passageiros. A base do espaço de carga ajustável em altura e os bancos
removíveis (traseiros e dianteiro direito) facilitam o transporte de
maiores volumes. É possível aumentar a capacidade de bagagem de 544 para
2.245 litros.
O Classe B chega com seis motores de quatro cilindros, com
potência entre 95 e 193 cv -- esta em um 2,0-litros turbo que fornece o
torque máximo de 28,5 m.kgf desde 1.800 até 4.850 rpm. Com o motor mais
"quente", acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e atinge 225
km/h. Dos motores turbodiesel, o mais potente tem 140 cv e torque de
30,6 m.kgf. Toda a linha oferece câmbio de
variação contínua (CVT) Autotronic, em opção ao manual de seis
marchas.
A suspensão inclui ajuste automático dos amortecedores e a direção
possui assistência elétrica. A dotação de segurança abrange um
controle de estabilidade (ESP) com nova
integração à direção, que ajusta sua assistência para melhor controle em
emergências. Bolsas infláveis frontais e laterais são de série; os
faróis podem ter lâmpadas de xenônio e
ajuste direcional. Na área de conforto, o Classe B vem com ajuste
elétrico dos bancos dianteiros, ar-condicionado automático e duas opções
de teto envidraçado -- um fixo, outro com abertura de grandes dimensões. |




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