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Apresentação

Aprimoramento interior

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Sem perder a identidade com o 307, o novo Peugeot 308
concentra-se em melhorias de segurança e eficiência

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação
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Evoluir em técnica, eficiência e segurança, sem perder a identidade de estilo, parece ter sido o objetivo da Peugeot com o 308, o sucessor no mercado europeu do 307 (ainda não há previsão de lançamento no Brasil), que em seis anos vendeu três milhões de unidades mundo afora.

Disponível a partir de setembro com cinco portas e mais tarde com três, em desenhos diferenciados, o 308 traz recursos de estilo do 207, como o "nariz" na extremidade dianteira acima da grande tomada de ar. Faróis e lanternas estão mais alongados e a aerodinâmica melhorou, com Cx 0,29. Ganhou em comprimento, dos maiores da categoria (4,27 metros, 74 mm maior que no antecessor), e em largura (85 mm a mais), enquanto a altura foi reduzida em 12 mm e a distância entre eixos do 307 (2,61 m) permaneceu.

O modelo de cinco portas oferece a opção de amplo teto de vidro, que contribui para a área envidraçada de 4,86 m
². O interior transmite luxo com o desenho elaborado e a oferta de várias cores no acabamento, que pode ser de couro até no painel. Os bancos estão 15 mm mais baixos que os do 307, para uma sensação "mais de sedã e menos de monovolume", segundo o fabricante. Não houve ganho em capacidade de bagagem, porém: variou de 341 para 348 litros (método VDA), ampliáveis a 1.200 l com o rebatimento do banco. São três níveis de acabamento: Confort, Premium e Feline. Recursos disponíveis incluem ar-condicionado de duas áreas, difusor de perfume, viva-voz Bluetooth, sistema de áudio JBL e sensores de estacionamento à frente e atrás.

Seis motores compõe a linha inicial do 308. Os três a gasolina, desenvolvidos em parceria com a BMW, são o 1,4-litro com potência de 95 cv e torque de 13,8 m.kgf; o 1,6 de 120 cv e 16,3 m.kgf; e o 1,6 com turbocompressor, 150 cv (140 cv no caso de câmbio automático) e 24,5 m.kgf. Os dois primeiros têm variador de tempo de válvulas e controle de levantamento das válvulas de admissão, similar ao Valvetronic da BMW. O terceiro possui injeção direta e leva o carro de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos (caixa manual) com máxima de 213 km/h. No próximo ano haverá versão flexível entre gasolina e E85.

Os outros três são turbodiesel e da própria Peugeot: dois de 1,6 litro (um de 90 cv e 21,9 m.kgf, outro de 110 cv e 24,5 m.kgf) e um de 2,0 litros, 136 cv e 32,6 m.kgf. Os motores a diesel mais potentes vêm com câmbios de seis marchas, tanto manual quanto automático e manual automatizado, mas o automático da versão a gasolina tem apenas quatro marchas. O peso da linha varia entre 1.277 e 1.421 kg.

Os itens de segurança (alguns opcionais) envolvem o que há de melhor no segmento: faróis bi-xenônio autodirecionais, alerta para desvio involuntário de faixa da estrada, controles de estabilidade e tração, freios com ABS, EBD e assistência adicional e até nove bolsas infláveis, incluindo laterais traseiras e uma sob a coluna de direção. A direção tem assistência eletroidráulica e as rodas chegam a 18 pol com pneus 225/40, mas não foi desta vez que a Peugeot adotou suspensão traseira multibraço: permanece o eixo de torção.

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Data de publicação: 28/6/07

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