| * O Grand Cherokee é um
dos poucos utilitários-esporte, ao lado do
Cherokee tradicional e do Nissan Pathfinder, a
utilizar estrutura monobloco em vez de
chassi e carroceria em separado. A nova geração
perdeu 23 kg de peso na carroceria, mas ganhou
20% em rigidez. *
O comando de válvulas passou do bloco para os
cabeçotes, agora de alumínio. A bomba d'água
consome 6 cv menos que a antiga. O sistema de
ignição tem bobinas sobre cada vela e o
ventilador de arrefecimento funciona em baixa
rotação, para menor ruído. A marca promete
240.000 km sem reposição de peças, salvo as de
manutenção usual.
| Motor de 4,7
litros tem comando nos cabeçotes (de
alumínio), é mais leve e consome menos.
Observe os faróis de superfície
complexa |
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A segunda marcha possui uma relação para as
mudanças ascendentes e outra, mais longa, que
pode ser "escolhida" pelo controle
eletrônico em reduções. Isso evita o brusco
aumento de rotações que costuma ocorrer ao se
pressionar fundo o acelerador (kick-down).
* A
nova suspensão traseira utiliza braço superior
em "A" e, como a dianteira -- herdada
da geração anterior --, braços de controle
tubulares, com tecnologia de hidro-conformação
que garante cinco vezes mais resistência. Ambas
conservam a configuração de eixo rígido,
escolhida pela robustez e relação
custo-benefício.
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