Sonho atualizado
Ícone de consumo no Brasil, chega
ao mercado a |
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Foi uma espera de mais de um ano, mas o utilitário-esporte Jeep Grand Cherokee -- considerado um sonho de consumo entre os brasileiros e vice-líder de vendas nesse mercado, atrás apenas do GM Blazer -- chega enfim ao Brasil, via importador oficial, em sua segunda geração. O Best Cars viajou cerca de 450 km com o modelo, incluindo a serra e algumas trilhas de Campos do Jordão, SP, onde a marca fez sua apresentação à imprensa. |
| Linhas ficaram mais suaves e arredondadas, mas sem perder a identidade do utilitário | ![]() |
| Herdando do modelo
anterior -- um grande sucesso, com mais de 1,6 milhão de
unidades vendidas em mais de 100 países -- apenas 127
componentes, o novo Cherokee mantém a personalidade, mas
com contornos mais ovalados, limpos e atuais. Cresceu 11
cm no comprimento, 4 cm na largura e 5,5 cm na altura (o
entre-eixos se mantém), com ganho importante em espaço
interno. O porta-malas também está maior em função da
colocação do estepe sob o assoalho -- antes ficava
dentro do compartimento. Os belos faróis de superfície complexa, com duplo refletor e lente de policarbonato, marcam a nova aparência da frente, que conserva a grade de sete gomos característica. Laterais e traseira tiveram as arestas suavizadas, o pára-brisa está mais inclinado e as maçanetas agora são de puxar (mais seguras em caso de acidente em que o carro deva ser aberto por terceiros). |
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Porta-malas ganhou espaço com a acomodação do estepe sob o assoalho. Como antes, o vidro traseiro pode ser aberto em separado |
A soleira da porta foi rebaixada em 2,8 cm, mas a configuração de suspensão mais alta adotada para o Brasil compensou essa vantagem. Já o banco do motorista subiu 2,5 cm, para maior sensação de domínio das ruas. No interior, mais arredondado e ergonômico, tudo é bem integrado e acabado. O ar-condicionado automático tem controles individuais para motorista e passageiro e possui sensores que controlam a temperatura ambiente de acordo com a do corpo dos ocupantes, recurso inédito em utilitários. O computador de bordo de teto inclui bússola, indicador de porta mal fechada e sistema de verificação (check-control), que antes ficava no console. Permite configurar diversas funções, como afastamento do banco ao remover a chave, destravamento separado da porta do motorista, quilometragem para a revisão, travamento automático das portas a 25 km/h, retardo dos faróis e o idioma das mensagens -- não o português, porém. Falta, contudo, indicar o consumo em km/l como se usa no Brasil. Detalhe interessante são os dois chaveiros, que ao serem acionados adaptam funções e memórias do veículo àquele motorista. |
![]() Oferta de acessórios inclui soleira, dois modelos de quebra-mato e disqueteira. Banco recua para facilitar entrada e saída |
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O retrovisor interno é fotocrômico e há controle automático de velocidade e faixa degradê no pára-brisa. Como no sedã de luxo 300M (leia avaliação), as luzes dos pára-sóis podem ter sua intensidade ajustada. Os controles elétricos dos bancos ficaram maiores, facilitando o manuseio, e o do motorista conta com memórias. Há inclusive ajuste de altura e de apoio lombar para o do passageiro. Atrás, dois adultos acomodam-se com bom espaço para pernas e cabeça, mas não se pode alojar os pés sob os assentos dianteiros. Um quinto passageiro terá espaço lateral razoável (7,5 cm maior que no antigo modelo), mas ficará com os joelhos quase no queixo... Continua |
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