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O grupamento de Willys Interlagos foi o maior, com as três versões, Berlinette, Coupé e Conversível, em anos diversos para que se pudesse perceber a evolução destes veículos. Destaque especial para o
Interlagão, como foi chamado o modelo do Alpine A 110, desenvolvido e adequado no Brasil para o uso do motor 1.300 do Corcel, e que nunca foi à produção. Uma unidade, única remanescente para uso de rua, foi exposta.
As marcas desaparecidas foram lembradas. A FNM/Alfa Romeo identificou sua história no
Brasil do JK, sua primeira designação no país, ao Alfa Romeo 2300 TI4, o último modelo de 1986. Os
Aero-Willys bem representaram a proposta de exibir o desenvolvimento no Brasil. Haviam os modelos idênticos aos de origem norte-americana, e os que marcaram a evolução brasileira.
Dentre os Volkswagens em quantidade, a atração maior era um exemplar do SP1, modelo esportivo construído em 1972 em apenas 44 unidades, insucesso comercial abafado pelo
SP2. Foi exposto pela Volkswagen, co-patrocinadora do evento, localizado em seus galpões. Último exemplar, e zero-quilômetro.
De antigos, a DaimlerChrysler, comemorando 100 anos do nome Mercedes,
esteve presente com um caminhão 1111, do início dos anos 60, e com um
Jeep Wrangler, que fez contraponto com um Jeep 1975. O Jeep, um dos
quatro veículos mais emblemáticos da história do automóvel, comemorou
em julho 60 anos de projeto.
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