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A geração D passava a motor transversal e tração dianteira. O GTE (direita) tinha 115 cv Em 1979 ele chegava à série D, a quinta, com importantes alterações mecânicas: motor em posição transversal, permitindo um capô mais curto, tração dianteira e suspensão traseira com eixo de torção. Com versões
hatchback, três-volumes, conversível e perua (Kadett Caravan), suas linhas retas
inspiraram as do Ascona lançado dois anos depois, que aqui seria o Monza. A versão esportiva GTE extraía notáveis 115 cv do motor 1,8 a injeção, tinha freios a disco ventilados e amortecedores pressurizados, competindo com o Golf GTI 1,6 de 110 cv. |
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O Kadett E em versões que não tivemos: GT três-volumes (esquerda) e GSi 16V cinco-portas Finalmente, no final de 1984 a Opel apresentava o moderno e arredondado Kadett E, com o chamado
aero look (aspecto aerodinâmico). De tão avançado, permaneceria atual até o final de sua produção, em
1991, tendo passado apenas por leves retoques (grade, pára-choques)
em 1989. A linha contava com hatchbacks de três e cinco portas, sedã de quatro portas, conversível e peruas de duas
e quatro portas, além de motores de 1,2, 1,3, 1,6, 1,8 e 2,0 litros. |
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O Kadett chega
ao Brasil: estilo muito moderno, motores 1,8 e 2,0 e mecânica
conhecida do Monza, embora com diversas novidades |
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No Brasil
Embora os brasileiros conhecessem o Opel Kadett de quarta geração (C) desde 1973, como Chevrolet Chevette, a denominação original chegava aqui apenas em abril de 1989, quando a GM quebrava um jejum de quase cinco anos sem um modelo totalmente novo
no mercado (o último fora o Uno, em agosto de
1984). A versão escolhida era a hatchback de três portas, em acabamentos SL, SL/E e GS. |
| Até os
pára-choques eram exclusivos no GS, um esportivo como não se vê
mais aqui. Com spoilers e aerofólio, seu Cx era de 0,30, o mais baixo
do Brasil na época |
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O esportivo GS trazia rodas de 14 pol de alumínio, pára-choques de desenho próprio pintados na cor da carroceria, faróis e luz traseira de neblina, saídas de ar no capô, aleta no braço do limpador de pára-brisa, saias laterais, aerofólio traseiro (em função dele o limpador saía do próprio vidro, uma novidade), lanternas frisadas, uma faixa preta ligando-as e ponteira dupla de escapamento. O resultado era dos mais atraentes, sobretudo comparado aos mais retilíneos
Gol GTi e Escort XR3
da época. Continua |
Vidros colados, pontos de
fixação de bagageiro, aleta no limpador de pára-brisa e extensor |
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