Um dos mais potentes do mercado nacional por toda sua produção,
o motor de seis cilindros do Opala foi o escolhido por diversos
pequenos fabricantes -- dos chamados carros fora-de-série --
para impulsionar modelos de luxo ou esportivos. Dois são
famosos: o GTB da Puma (mais tarde
relançado como AMV) e o SM 4.1 da Santa
Matilde. Mas não foram os únicos.
A empresa Bola, do Rio de Janeiro, produziu desde 1981 uma
réplica do Jaguar XK 120 de 1948, o Fera
XK, com o consagrado seis-cilindros. Três anos depois a LHM
lançou o Phoenix (foto), uma réplica do
Mercedes 280 SL dos anos 60, série
Pagode, com o motor GM de 4,1 litros.
Um ano após surgia o Lince, um conversível de linhas clássicas
baseado na plataforma (encurtada) e na mecânica
do Opala, fórmula semelhante à do Lassale, do final da década. |

A mecânica Opala também chegou ao fora-de-estrada: a Engesa,
fábrica de veículos militares em São José dos Campos, SP, lançou
em 1985 a versão civil de seu jipe, o E-4, com o motor GM de 2,5
litros. O veterano quatro-cilindros prestava-se bem à função. |