A partir do molde de um
Opel Rekord da Solido francesa, a Brosol -- fabricante de
carburadores e bombas de combustível -- produziu
no Brasil uma miniatura do Opala 1969 de quatro portas (à esquerda), em
metal, por encomenda da GMB para ser distribuída aos
fornecedores de peças. Era o Opala
de Luxo 1971, muito fiel e caprichado, na escala 1/38. Hoje é uma
peça de coleção muito cobiçada pelos fãs.
Para quem quer adquirir hoje seu míni-Opala, seu equivalente europeu, o Opel Rekord
C, consta do catálogo da alemã Minichamps em duas versões: cupê
(à direita) e perua Caravan de três portas, ambos na escala 1/43
e muito ricos em detalhes, dos frisos cromados à antena de
rádio. |
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A combinação de carroceria da Opel alemã com mecânica da
Chevrolet americana não foi exclusiva do Opala brasileiro. Em
1968 a Opel vendia no México o Olimpico, um Rekord de quatro
portas (sem alterações de estilo, como nos faróis ovalados) com o motor de quatro cilindros e 2,5 litros, inexistente
na Europa. O nome celebrava as Olimpíadas do México naquele ano.
Na África de Sul, a Chevrolet lançava no mesmo ano o Ranger.
Unia as linhas do Rekord, grade
dianteira da Vauxhall inglesa e o motor de 2,5 litros do Chevy II,
o mesmo do carro nacional. Em 1972 a Chevrolet sul-africana passava
a vender os modelos Chevy 2500, 3800 e 4100, com os três motores
de quatro e seis cilindros do Opala. |
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