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Em julho de 1956 a
Rural começava a ser montada aqui, com peças importadas e o mesmo desenho do modelo americano. A pintura "saia-e-blusa" (verde e branca, vermelha e branca ou azul e branca) dava um toque de charme a um utilitário rústico, com suspensões dianteira e traseira de eixo rígido com molas semi-elíticas, câmbio de três marchas com redução e tração 4x4. O motor a gasolina, de seis cilindros em linha e 2,6 litros, entregava modestos 90 cv
brutos. |
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Em vez da
frente acanhada do modelo americano, um desenho mais |
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Três anos depois era adotado um motor nacional, fabricado em Taubaté, SP. Em 1960, aproveitando a oportunidade da nacionalização completa dos componentes, a Willys redesenhava sua frente para adotar um estilo próprio, exclusivo para o Brasil. Larga e agressiva, há quem diga que ela se parece com a estrutura frontal do Palácio da Alvorada, em Brasília, se vista invertida. Vinham também o pára-brisa e o vidro traseiro inteiriços, como no modelo americano. |
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A publicidade
tentava a todo custo passar uma imagem de lazer, mas o caráter
utilitário e desbravador da Rural era seu maior argumento de vendas |
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O uso familiar, longe dos atoleiros,
tornava-se mais freqüente com o lançamento, em 1964, da versão 4x2: tinha a alavanca de câmbio na coluna de direção e suspensão dianteira independente, com molas helicoidais, para um rodar mais confortável e melhor estabilidade.
"Curva fechada não existe para ela", dizia a publicidade. |
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