| A nova frente
do Santana 1991: inspirada nos VWs alemães e nos Audis, mas exclusiva
para o modelo brasileiro. A extensa reformulação atingia vidros,
teto e colunas |
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Do modelo anterior restavam apenas a estrutura básica,
a mecânica e as portas, apenas duas de início. Todo o resto era novo, passando por teto, pára-brisa, vidros laterais e posterior, frente e traseira. Estava 4,5 cm mais longo e 1,5 cm mais alto. As linhas eram bem integradas aos modelos europeus do grupo VW e a abertura do porta-malas
-- cuja capacidade crescia em 40 litros -- chegava ao pára-choque. |
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De traseira era
clara a semelhança com os modelos europeus. O GLS vinha com moldura
de placa que parecia estender as lanternas e podia receber injeção |
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O motor 2,0 a injeção era oferecido para o GLS, desaparecendo o
Executivo. Essa versão vinha com faróis de neblina integrados,
rodas de alumínio e moldura da placa traseira que complementava as lanternas, mas não pára-choques na cor da carroceria. O CL usava motor
1,8 e o GL o 2,0, ambos a carburador. Freios dianteiros a disco
ventilado e rodas de 6 x 14 pol agora equipavam toda a linha, com pneus 195/60 no GLS a injeção e inéditos 185/65 nos demais. |
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Duas fases do
projeto de reestilização: na da direita, estilo mais próximo do
definitivo
Em agosto a Autolatina, associação Ford/VW criada em 1987, apresentava seu segundo modelo híbrido, ou clone: o Versailles, um Santana reestilizado e com o emblema da Ford, em oposição ao que ocorria com o
Apollo, um Ford Verona com a marca VW. Na tentativa de fazê-lo diferente, a empresa optou por uma série de aspectos controvertidos, por fora e por dentro. |
| Instrumentos
em três módulos com grafia alaranjada, o mesmo volante do Passat de
terceira geração e acabamento aprimorado revitalizavam o Santana
também por dentro |
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O volante de quatro raios do Santana dava lugar a um antiquado, de dois raios apenas, e não havia apoio de braço central no banco traseiro. Ainda, os comandos de ventilação eram os mesmos dos Santanas
antigos, os instrumentos estavam fora do padrão Ford e não havia o acabamento esmerado do
Del Rey, que ele substituía. O resultado foi que o carro nunca fez
sucesso -- era um estranho nas concessionárias Ford, a exemplo do que ocorrera nas da VW com o Apollo.
Continua |
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