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Nada substitui
O lema
de Carroll Shelby foi aplicado com sucesso |
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O carro sempre foi uma estrela de cinema, estando presente em várias produções de Hollywood. Desde o
Batmóvel até o Aston Martin DB5 de 007, passando pelo Ferrari
dirigido por Al Pacino em Perfume de Mulher, o automóvel sempre fez sucesso na tela
(saiba mais). E o Ford Mustang é
um dos campeões de bilheteria, figurando em mais de um filme. |
| Depois de
criar galinhas e pilotar em competição, Carroll Shelby encontrou sua
vocação: desenvolver supercarros como o Cobra (ao fundo) e o Mustang
GT 350, em primeiro plano |
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Este Mustang é considerado um dos maiores clássicos americanos. Não apenas por sua limitada produção -- pouco mais de 2.000 unidades --, mas também por estar ligado a uma das maiores personalidades da história recente do automóvel:
Carroll Shelby. Para entender esse carro é necessário entender um pouco mais de seu "pai". Shelby, um texano nascido em 1923, colocou seu nome na galeria da fama do automóvel através de uma bem-sucedida carreira nas pistas e como criador de poderosos bólidos. |
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Partindo do
pacato AC Ace inglês, Shelby criou um dos esportivos mais famosos e
desejados de todos os tempos, um verdadeiro tirador de rachas: o Cobra |
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Com seu sucesso nas pistas, fez fama nos Estados Unidos e começou a receber ofertas para pilotar carros-esporte de milionários americanos. Embora estivesse vencendo tudo o que podia, não conseguia pagar
suas contas. Apesar do reconhecimento -- foi considerado o Piloto do Ano pela revista
Sports Illustrated em 1956 e 1957 --, as corridas nos EUA eram estritamente amadoras e ele não ganhava muito
dinheiro. Foi então que decidiu ir para a Europa. |
| Em 1965, o
primeiro Mustang de Shelby: o GT 350, sem banco traseiro ou itens de
conforto, mas capaz de rivalizar em desempenho com grandes esportivos
da época |
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Nessa época, a Ford
havia desenvolvido novos motores e ainda não tinha onde usá-los. Shelby então equipou os carros com os Fords de 260 e 289 polegadas cúbicas (4,2 e 4,7 litros, na ordem). Nascia assim o
Cobra (leia história). O resultado foi excelente: o carro se tornou o mais rápido da época e, em 1965, a equipe de Shelby venceu o Mundial de GT da FIA, sendo a única empresa americana a conseguir tal feito durante décadas. |
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