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Em abril de 1985 nascia o Uno Turbo i.e., em que o motor de 1.299 cm3 (mais tarde 1.301 cm3) recebia turbocompressor e injeção eletrônica, gerando 105 cv. Foi oferecido com painel digital e freios a disco nas quatro rodas. Em junho aparecia o motor Fire, de produção totalmente automatizada, com 999 cm3 e 45 cv -- um parente do que agora temos aqui. No ano seguinte era lançado o Uno 70 Turbodiesel, com motor de 1.367 cm3 e acabamento externo similar ao do Turbo i.e. O diesel de
aspiração natural era oferecido com 1.697 cm3 e 58 cv. |
| O Uno italiano
no Cabo Canaveral, nos EUA, em 1983: um carro pequeno inovador para
combater a invasão japonesa, com ênfase no espaço interno e na
economia de combustível |
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Em 1987 o Turbo i.e. ganhava catalisador e, um ano depois, freios com sistema antitravamento (ABS). Surgiu também um 75 i.e., com 1.498 cm3, injeção e 75 cv. Em setembro de 1989
o Uno recebia ampla reestilização, com um capô em cunha acentuada, faróis de perfil mais baixo, tampa traseira mais saliente e arredondada e novas lanternas. O
Cx baixava para 0,30 e o interior trazia painel mais moderno e ganhos em acabamento e qualidade de construção. |
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O capô do
modelo italiano seria trocado no Brasil por um envolvente, de modo a
alojar o estepe junto ao motor. Lá fora ele vinha no porta-malas |
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A produção italiana do Uno foi encerrada em 1995, dois anos após o lançamento do Punto, com um total de 6.032.911 unidades fabricadas. Mas permanecia na Polônia, com motores de 999 cm3 (45 cv), 1.372 cm3 (69 cv) e diesel de 1.697 cm3, que se somaram em 2000 ao de 899 cm3 e apenas 39 cv. Também continuavam em produção o três-volumes Duna (Prêmio) na Argentina, com motor 1.297 de 72 cv, e o Uno no Brasil -- onde começa a segunda parte de nossa história. |
| A
reestilização que nunca chegou ao Brasil: faróis de perfil baixo,
capô em cunha acentuada, tampa traseira mais saliente e arredondada.
O Turbo i.e. Racing, na foto, acelerava de 0 a 100 em 8,4 s |
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Por conta da localização do estepe, a entrada de ar para a cabine precisou ser deslocada do centro, como no original italiano, para a direita, em zona de menor pressão aerodinâmica. Assim, aeração interna acabou não sendo o forte da versão brasileira, devido à menor captação de ar. |
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