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O motor 1.600 a injeção era logo estendido à
Elba, em versão Top com cinco portas e pára-choques e laterais inferiores em
cinza. O Prêmio de duas portas também já pertencia ao passado. Com o Turbo i.e. cumprindo o papel de esportivo, o 1.6R mpi tornava-se desnecessário na família:
seu motor foi aproveitado no Uno 1.6 mpi, lançado em 1995, com três e cinco portas e acabamento requintado, incluindo belas rodas de alumínio. Em seguida o Mille Electronic igualava-se aos irmãos mais ricos no aspecto frontal. |
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A injeção só
foi aplicada ao Mille em 1995, com as versões i.e. e EP. A potência
passava a 58 cv |
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A injeção chegava às versões de 1,0 litro apenas em julho de 1995, quando o Mille ELX era renomeado EP e o Electronic passava a
i.e. A potência chegava a 58 cv, a maior do segmento, mantendo o torque de 8,2 m.kgf. O Prêmio passava a vir da Argentina, onde se chamava Duna -- como na Itália -- e fazia grande sucesso. No final do ano a Fiat revelava imagens do Palio, fruto do projeto 178, que chegaria em abril seguinte com a missão de aposentar o Uno. |
| Até o picape
Trekking já se aposentou, dando lugar ao Strada. Apenas os furgões
Uno e Fiorino e o Mille Fire permanecem no mercado, sem previsão de
encerrar a carreira |
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Qualquer um esperaria que o carrinho lançado em 1984, cujo estilo pouco havia mudado desde então, sucumbiria à evolução dos concorrentes e à aceitação de seu virtual sucessor. Mas o Uno deu seguidas provas de valentia e continuou no mercado. A versão SX tornava-se EX na linha 1998
-- ano em que o picape seria substituído pelo Strada -- e, em março de 2000, esta cedia lugar à Smart, que trazia nova grade e volante de quatro raios.
A última evolução foi a adoção do motor Fire de 55 cv, em julho último, pondo fim ao veterano Fiasa
1.000. No Brasil já foram vendidos 1.713.061 Unos, sendo 1.347.008
com motor 1,0-litro. |
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