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Puma GTS: aos 25
anos, as boas
sensações do pequeno conversível
Durante os 14 anos de importações fechadas, de 1976 a 1990, os
chamados "fora-de-série" foram uma válida opção para os brasileiros
que queriam algo diferente, especial, como um pequeno conversível. E o
Puma foi o mais expressivo deles em termos de volume de vendas.
O Puma GTS 1980 do leitor Maurício Koch, de Curitiba, PR, foi
adquirido por ele em março de 2004 e está hoje com cerca de 100.000
km. "Conta com diversos itens originais, como volante, painel,
bancos, lanternas traseiras com pisca vermelho e borda pintada de
preto, todos os emblemas e frisos pintados de preto (característica
exclusiva dos carros de 1980), repetidor de pisca lateral (também
exclusivo do 1980), instrumentos (velocímetro, conta-giros, marcadores
de combustível, de temperatura e pressão do óleo) e maçanetas", conta
o leitor.
O motor é o conhecido 1.600 da Volkswagen, arrefecido a ar, com
carburação dupla neste caso. O carro de Maurício tem rodas originais
"Gaúchas" de 14 pol e até o rádio/toca-fitas Roadstar da época. De
acordo com o leitor, os únicos itens não originais são o pomo de
câmbio (de Passat TS) e o console central, que foi colocado para dar
sustentação ao painel. "O Puma é bastante divertido de dirigir, pois é
relativamente baixo e tem ótima estabilidade, além do fato de ter
tração traseira, que dá aquela ótima sensação de o motorista ser
empurrado pelo carro", conta o leitor.
O GTS, que na verdade não está licenciado com as placas pretas das
fotos (colocadas apenas para sua exibição no BCWS e em
eventos), foi totalmente restaurado pelo antigo dono há cerca de três
anos. "Ainda está bastante inteiro, sem trincas na fibra ou pintura
queimada", observa Maurício, que acrescenta: "Vale lembrar que foi em
1980 que a linha Puma GTE/GTS mudou para GTI/GTC, portanto este GTS é
dos últimos fabricados".
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