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Intercalando passado e
presente, a mulher de 40 anos lembra descobertas dos anos 60 (sua
adolescência) e 70 (sua juventude). Foi com tio Peck, um problemático
dependente do álcool a quem se dispôs a ajudar a largar o vício, que
ela viveu sua primeira experiência sexual. Longe de despertar
sentimentos maniqueístas sobre pedófilos e afins, o denso texto mostra
muito da paixão e ternura entre os protagonistas.
Curioso, porém, é verificar o quão salpicado aparece o universo do
automóvel, que tão bem simbolizou o poderio econômico norte-americano
do pós-guerra. Os carros ganhavam à época um grau de status e glamour
que nunca mais se perdeu e ainda permeia o imaginário de quem viveu
aquele período.
Em Como Eu Aprendi..., estabelecem-se relações entre o veículo
e os sentimentos. A certa altura, tio Peck diz que, para dirigir, é
necessária uma “preparação mental e física”. Depois vai afirmar que
“ela” (por quê, se é masculino o carro? Ou será a máquina?) obedece ao
toque. Mais adiante, Peck diz se sentir mais dono de si ao volante de
um automóvel. Em determinado momento, descamba a descrever as
características técnicas, do motor à suspensão. Chega a falar em
direção defensiva, adiantando o que o outro vai fazer.
E as citações? Ford Mustang, Chevrolet Bel Air. “Bel Air 55. O ano em
que a Chevrolet mais produziu foi 55, mas eu gosto mesmo é do 56!”
Lembrou uma reportagem que vi na TV outro dia, segundo a qual o Bel
Air foi um dos primeiros automóveis com cinto de segurança. Corria a
boca pequena que, para ser equipado com cinto, “não deveria ser tão
seguro assim”. É, certas artimanhas da concorrência não mudaram.
O entrevistado desta semana é o gerente responsável pela Copa Peugeot
206, Paulo Beccardi, que conta um pouco dos bastidores da competição,
além de esclarecer ao interessado sobre como participar da categoria.
Continua
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Fatal - Nem sempre
quem atropela alguém no trânsito é o vilão da história. Na
última semana, este colunista viu um motociclista atropelar um
pedestre em plena avenida Francisco Matarazzo (Água Branca), em
São Paulo. O pedestre atravessava a avenida bem longe da faixa,
pelo meio dos carros. De quem é a culpa?
Pouco uso - Será promovida até o dia 12 a quinta edição da
Ação Renault Seminovos, em que a fábrica oferece uma série de
vantagens para a compra de modelos. São taxas de juros de 1,55%
ao mês, com saldo financiado entre três e 24 meses. Há um seguro
de pane mecânica e elétrica, além do Renault Assistance. |
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Riscos - Está no
mercado o GS-27, que promete eliminar riscos e manchas da
superfície da pintura, conservando-a homogênea. A fórmula custa
R$ 200 e pode ser parcelada em cinco vezes.
Estalando de gelada - Com a feição de uma minigeladeira,
o Mini Fridge serve não só para refrigerar, mas também para
aquecer os alimentos. Até aí, nada a ver com automóvel. Não
fosse, é claro, a possibilidade de ligar no acendedor de
cigarros (ou tomada de 12 volts). Custa de R$ 300 a R$ 420, esta
com porta translúcida. |
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