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Lá se vão cinco anos
que o New Beetle desembarcava no
Brasil. Batizado de “novo Fusca” por alguns, o epíteto causava certa
contrariedade na Volkswagen, que pretendia ressaltar seu caráter
exclusivo. “Não é novo Fusca, é New Beetle”, dizia um executivo da
fábrica. Bem, nem precisava. Já naquela época, o modelo – construído
sobre a plataforma do Golf – custava seus R$ 60 mil, devidamente
equipado com ar-condicionado, freios com sistema ABS, bolsas infláveis
e até controlador de velocidade.
Fusquinha? Humpf!
Foi
o marco de uma onda que não parou mais, a dos modelos retrô,
automóveis bem mais modernos em relação àqueles que os inspiraram. Seu
desenho faz tocar um sininho no cérebro, de um tempo que não volta
mais. Quando fui chamado pela Volkswagen para andar no New Beetle,
escolhi um exemplar amarelinho. Saí pelas imediações do Riacho Grande,
perto da via Anchieta (caminho para o litoral de São Paulo), quando
avistei um Fusca. Sim, Fusca, o velhinho, também amarelo. Foi ao
posicionar os dois lado a lado para uma foto que percebi o quão
diferente era o novo modelo da VW. Não só diferente, mas bem maior que
o antigo.
Veio então o Chrysler PT Cruiser, que
ensaiara seus primeiros passos ainda como um carro-conceito, no Salão
de Paris de 1998. Quando foi mostrado no Salão de São Paulo de 2000,
perguntei a seu projetista, o norte-americano Bryan Nesbitt (hoje na
fábrica de sonhos que virou a General Motors) se sua inspiração havia
sido o Plymouth 1937. “Nunca demos pontos de referência. Os clientes
vêem o que querem ver”, respondeu.
Continua |

Brad Pitt protegido -
Os carros mais blindados em 2003, de acordo com pesquisa
realizada pela Abrablin (Associação Brasileira de Blindagem),
foram Corolla, Golf, Audi A3, Pajero e Omega. A pesquisa indicou
a produção de 3.123 automóveis blindados no ano passado em todo
o país. A estimativa da Abrablin é que em 2004 sejam blindados
3.279 carros.
Troca de guarda - Assumiu ontem o cargo de presidente da
Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos
Automotores) o executivo Rogelio Golfarb, da Ford. O primeiro
desafio é fazer o mercado crescer apesar da volta do IPI
(Imposto sobre Produtos Industrializados) aos patamares de julho
do ano passado. |
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