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Sedução em oito cilindros
A linhagem 308, 328, 348
e F355 representou um segmento |
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Quando Enzo Ferrari
construiu seu primeiro carro, o 125 S de 1947, nasceu um conceito de identidade
entre puristas, pilotos e entusiastas em geral baseado na carroceria
vermelha, o logotipo do cavalinho rampante e motores V12. Assim, quando
o comendador lançou o Dino 246 GT, em 1967,
muitos o renegaram pelo fato de ter apenas um V6. Heresia ou não, o Dino
marcou a ruptura de uma tradição de 20 anos e abriu caminho para uma
série de experiências que gerariam Ferraris antológicos, como os que
compõem a série de motor V8 central — há 30 anos os modelos de maior
sucesso na marca italiana. |
| O início da série: o Dino 308 GT4, um cupê que "espremia" 2+2 lugares e o motor V8 de 3,0 litros entre os eixos |
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O requinte técnico
estava no chassi tubular (o mesmo do 246 GT mas com maior entreeixos)
que conferia boa rigidez à torção, na suspensão independente nas
quatro rodas, com braços sobrepostos, e no inédito motor central V8 a
90º, de 2.927 cm³. Com duplo comando de válvulas nos cabeçotes e
montado transversalmente, gerava potência de 255 cv a 7.700 rpm e
torque de 28,9 m.kgf. Sua velocidade máxima era de 250 km/h e
acelerava de 0 a 100 km/h em pouco mais de 7 segundos, um excelente
desempenho para a época, sobretudo para um cupê de quatro lugares. |
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Com base no chassi tubular do Dino 246 GT, mas alongado, o GT4 acelerava de 0 a 100 km/h em 7 s, boa marca para a época |
O interior mantinha bem a filosofia da marca, com muitos instrumentos e nada de supérfluos, nem mesmo rádio. O conforto se resumia aos bancos revestidos em couro. Mesmo assim o Dino vendeu bem: de 1973 a 1980 foram 2.826 unidades, um número expressivo para uma marca que produz essa média de carros por ano. Continua |
Carros do Passado - Página principal - e-mail Data de publicação: 18/10/03 © Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados |