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Projetados como carros mundiais, o Palio e seus derivados foram e
são produzidos e vendidos em muitos outros mercados. Ainda em 1996
iniciava-se a fabricação na Argentina, seguida um ano depois por
Venezuela, Polônia e Marrocos; em 1998 era a vez da Turquia, por
meio da subsidiária local Tofas. África do Sul e Índia ampliaram o
programa no ano seguinte, o Egito em 2001 e a China em 2002.

Nesse ano alguns mercados
substituíam o Siena pelo Albea (acima), com uma traseira mais
longa e de estilo mais conservador. No Egito o mesmo carro é
chamado de Petra. A variedade de locais de produção soma-se à
exportação de modelos brasileiros para diversos mercados,
incluindo a de Palio Weekend e Strada para países da Europa
ocidental (abaixo a versão Malibu do picape, inexistente aqui).
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Para atender às preferências de cada país e à conveniência do uso
de componentes locais (ou de fontes mais próximas), são
inevitáveis as diferenças entre os automóveis daqui e do exterior.
Motor a diesel (de 1,9 litro e 80 cv) é adotado em praticamente
todos os outros países, mas proibido no Brasil; certos itens de
segurança, como repetidores de luzes de direção nos pára-lamas, só
os equipam lá fora. Os motores a gasolina também variam: alguns
países usam o 1,6-litro de curso mais longo, que aqui dotava Doblò
e Brava, e nossa Weekend seguia para a Europa com um Fire de 1,25
litro e 72 cv já em 1998, quando aqui usava o Fiasa 1,5.

É curioso notar que as
reestilizações efetuadas no Brasil não foram logo estendidas a
todos os mercados. A maioria dos países ainda tem a segunda
versão, aquela que aqui subsiste como Fire. E há o caso específico
da África do Sul onde, até hoje, são vendidos os modelos com o
desenho original de 1996 — só que dotados de recursos modernos,
como sistema de telefonia Bluetooth. E com volante à direita. |