por Fabrício Samahá Amaciamento não é mais o mesmo
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Um velho mito sobre motores envolve
o amaciamento. Não são poucos os que ainda dispensam ao
carro novo cuidados exigidos décadas atrás, como não
impor longos percursos nem atingir altos giros durante 3.000
ou 5.000 km.Hoje a regra é outra: basta não atingir altas rotações (acima de 3.000 rpm) por 100 ou 200 km iniciais. Nesta fase os anéis ainda estão se assentando e é importante não forçá-los. Depois, pode-se explorar todo o regime de giros, o que ajuda até a não "amarrar" o motor -- sobretudo em um esportivo de 16 válvulas e alta rotação como o da Parati do primeiro motor. Se o motor for "acostumado" ao uso com baixas rotações e pouca carga (entenda-se carga como abertura de acelerador: pé no fundo significa carga total), pode realmente ficar mais lento que um utilizado em sua plenitude. Há, porém, quem discorde desse método (saiba mais). |
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