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O diesel nacional tem mais enxofre devido a características de nosso petróleo, do tipo parafínico (pesado), enquanto na Europa e Estados Unidos o petróleo é mais leve, naftênico. Não se trata de vantagem conter mais enxofre, muito pelo contrário. O maior teor de enxofre leva a maior ataque químico aos componentes do motor
(na foto a câmara de combustão do S10 2,8 turbodiesel) e gera óxidos de enxofre que, lançados na atmosfera, provoca irritações nos olhos e vias respiratórias.
Governos do mundo inteiro têm se preocupado com a questão e medidas vêm sendo tomadas para baixar o teor de enxofre do diesel, o que nas refinarias tem custo elevado. Atualmente o percentual é de 0,5% mas deverá baixar para 0,2% a partir de 2003.
Esse teor de enxofre elevado do diesel brasileiro exige a adaptação
dos motores, sendo razão para que -- caso venha a ser liberado seu
uso em automóveis -- os carros nacionais a diesel, produzidos para
exportação, não possam ser colocados de imediato no mercado
interno.
Pedimos desculpas por dúvidas anteriores que não tenham sido esclarecidas mas, como informado na auto-resposta enviada aos leitores, o volume de consultas não permite que todas sejam atendidas. Contamos com sua compreensão.
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