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Introduzido
em 1990 nos carros nacionais, para controle de emissões evaporativas
(geradas para evaporação do combustível, tanto no tanque quanto na
cuba do carburador), o canister ainda equipa todo automóvel,
mas hoje para evitar apenas a primeira dessas evaporações.
A recomendação para não encher demais o tanque é para que haja espaço
nele para expansão da gasolina sob calor, como ao estacionar sob sol. Se não houver esse espaço, a gasolina pode sair do tanque pela mangueira que leva vapores ao
canister e encharcá-lo. Aí, quando o motor funcionar, vai aspirar toda a gasolina, enriquecer a mistura e eventualmente até causar danos ao catalisador. Para
se ter uma idéia de quanto é esse volume, o Corsa antigo tinha tanque de 46 litros, mas se
abastecido lentamente até o gargalo entram mais 6 litros.
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