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A relação é maior taxa
de compressão, menor consumo, em razão do melhor aproveitamento da
energia do combustível, que resulta em maior pressão nos cilindros. A
alusão à redução da taxa de compressão nas matérias sobre carros do
passado considera a essencial eliminação do chumbo-tetraetila da
gasolina,
em meados da década de 70, como uma das medidas para reduzir a
poluição do ar em determinado período.
A octanagem naquele tempo era mesmo mais alta do que hoje, chegando a
103 octanas (método RON), graças principalmente ao chumbo-tetraetila.
Hoje, na maioria dos países de vanguarda, a octanagem mais alta é de
98 octanas RON. Apenas no Brasil existe gasolina de 102 octanas RON, a
Podium da Petrobras, mas isso se deve à participação do álcool anidro
na gasolina, que monta a 25%, ou a quarta parte (a octanagem
equivalente do álcool é 130).
Motores de alta taxa de compressão, como o do Corvette mencionado,
conseguiam rodar sem problema com a gasolina de 103 octanas. Sobre
maior taxa de compressão implicar menores emissões de poluentes, como
tem sido dito no Consultório de Preparação, a questão está inserida no
contexto da maior eficiência geral do motor e não deve ser tomada
isoladamente.
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