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Corvair: inseguro em qualquer velocidade
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Quando Bob Stempel
tornou-se gerente geral da Pontiac, em 1978, levou
adiante a idéia de um modelo menor para preencher a
lacuna que surgiria com a queda do Firebird no mercado,
em função de gasolina cara e escassez de petróleo.
Para conter os custos, muitos componentes acabaram sendo
aproveitados de outros modelos GM, comprometendo o
potencial do projeto. Sua execução quase foi
interrompida em 1981 e, para não criar expectativa
demasiada, a Pontiac o lançou em 1984 apenas como um
meio de transporte eficiente, omitindo a imagem de
esportivo de dois lugares e motor central.
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O Fiero era bonito, arrojado e empregava uma técnica moderna de construção, com chassi e carroceria integrados, mas sem os painéis externos (de material plástico), barateando reparos e reestilizações. Contudo, utilizava um chassi deficiente, suspensões do Chevette americano, motor de 4 cilindros de baixa rotação e câmbio manual de quatro marchas ou automático de três. Vendeu bem num primeiro momento, mas a Pontiac estimou um mercado que ele não pôde cobrir.
Mesmo com a reestilização de 1986 e o retrabalho de motor e chassi nos dois anos seguintes, a marca considerou as vendas insuficientes para todo o investimento feito em projeto e fabricação. Vendiam-se apenas metade das 50 a 60 mil unidades necessárias para tornar o carro rentável. A necessidade de uma fábrica dedicada, na qual não podiam ser feitos outros GM, tornou o Fiero inviável e o retirou do mercado ainda em 88. |
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Lancia Gamma: rejeitado pelos fiéis
Sucessor do Flavia, o Lancia Gamma representava grande avanço em estilo: dois volumes, quatro portas (houve também versão cupê), frente agressiva e linhas imponentes. Mantinha a mecânica, bem reputada na Itália, mas era caro de produzir e não agradou os consumidores fiéis da marca, que não reconheciam um Lancia ao dirigi-lo. |
Lotus Elite: caro e pouco rentável
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