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"O ruído interno e
ridículo. Os bancos não fixam corretamente e ficam 'sambando' e fazendo
barulho. Os vidros também fazem barulho quando fechados. É inacreditável
que a Mercedes faça um carro com tanta tecnologia e não cuide de itens
tão simples", lamenta o leitor Marcelo, que roda por São Paulo, SP, com
um A 190 Classic 2000.
"O carro é extremamente duro e transmite todas as irregularidades da
pista ao motorista (banco muito duro, suspensão e
pneus mal dimensionados). Para quem fica no banco de trás é uma tristeza
só. Você fica mais preocupado em desviar dos buracos da cidade para não
ser o amortecedor. Os ruídos e rangidos são irritantes. Os retrovisores,
puxadores, controle dos vidros, rádio, estão muito mal posicionados,
não permitindo sentir o prazer em dirigir o carro. A sensação de
desconforto é muito grande",
reclama Akira Higashi, proprietário de um A 160 Classic 2001 em São
Paulo, SP.
O grau de satisfação é razoavelmente bom: 73% dos participantes estão
muito satisfeitos, 16% parcialmente satisfeitos e 11% insatisfeitos. E o
custo do seguro é interessante: em um perfil de baixo risco na cidade de
São Paulo, o dono de um A 190 Classic 2002 (cotado a R$ 32.110 na FIPE)
paga R$ 1.400 de seguro e R$ 1.380 de franquia.
Na hora da escolha, descarte os Classics sem ar-condicionado.
As cores sóbrias são mais valorizadas. Ambos os motores vão bem em
percurso urbano e rodoviário. Para os congestionamentos,
considere os modelos com embreagem ou câmbio automático. E leve a um
mecânico especializado, pois, apesar da baixa ocorrência de problemas, a
manutenção do Classe A é cara. |



O acabamento Avantgarde
acrescenta rodas exclusivas e painel de fundo claro, mas toda a mecânica
é a mesma -- com motor apenas de 1,9 litro neste caso |