Estas são outros quinhentos

Com mais conforto e desempenho, as
motos de 400
a 500 cm³ são um passo
importante para o motociclista
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de 125 cm³, passar pelas 200/250, atingir as de 500 cm³
e assim por diante, até chegar às supermotos de mais de
1.000 cm³. São muitos os motociclistas que seguem este
roteiro na compra de suas motocicletas -- embora não
seja uma regra, pois muitos acham que as 125 e 200/250 são
o quanto basta, e outros começam nas médias ou grandes.
Por isso o BCWS, que já apresentou guias de
compra das 125 e das 200/250, traz agora as opções do mercado na faixa
de 400 a 500 cm³. Ainda que o mercado não apresente tantas opções quanto de motos pequenas, as que existem são bastante interessantes. Uma escolha adequada pode levar a interromper a "espiral de troca" por modelos maiores, tamanha a satisfação com o equilíbrio destas motos médias. Nesse caso, isso pode ser lucrativo, porque as limitações de desempenho destes modelos já estão muito além do que os usos urbano e rodoviário permitem. |
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Desde o modelo NX 350 Sahara, lançado
em 1990 para substituir a XLX 350R (a saudosa "xiselona"
ou "xiselão"), a NX ganhou 50 cm³, passou a
ser chamada de Falcon e ficou muito mais bela. Sua
concorrente direta é a Agrale-Cagiva Canyon 500. Com 100
cm³ a menos em seu motor monocilíndrico refrigerado a
ar, seus 30 cv de potência garantem desempenho pouco
inferior ao da italiana -- é menos potente, contudo, que
a Sahara com seus 31,5 cv. |
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O
destaque da NX4 fica por conta do farol, com um desenho
de personalidade e superfície complexa. No painel estão todos os
instrumentos necessários e também marcador de combustível;
o freio traseiro é também a disco. A altura da
motocicleta também é algo bastante positivo, porque
incita a acreditar que pertence a uma categoria superior.
O único ângulo que provoca discussões é a traseira,
com lanterna idêntica à da Titan, economia condenável.
Mas seu maior trunfo é o preço -- é a mais barata da
categoria e oferece tanto quanto a concorrente da Agrale-Cagiva.
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Cinquenta centímetros
cúbicos a mais em um novo motor bicilíndrico
refrigerado a água, com 54 cv de potência, que garante
velocidade máxima por volta de 180 km/h; aparência
conservadora, porém robusta; ergonomia impecável, tanto
para o piloto quanto para o garupa, e acabamento
cuidadoso mesmo nos pequenos detalhes, além de um bom
preço. Está pronta a receita de uma nova CB, que
cumpriu perfeitamente a missão de recuperar o mercado
perdido pela antecessora CB 450.O visual naked (moto "nua", sem carenagem) é contemporâneo e bonito pela discrição, mas há quem questione alguns detalhes, como a traseira ou as capas laterais que escondem o radiador de água -- e ainda a diferença de tamanho do velocímetro para o conta-giros. No painel faltou um simples marcador de combustível, que está presente até nas modestas CG Titan e Biz... Mas há termômetro da água do radiador. Também já deveria constar da CB 500 uma suspensão monoamortecida na traseira. Continua |
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