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Os
pontos negativos ficam por conta do consumo alto, elevado custo das
peças e do seguro, acabamento frágil e que gera ruídos. "Consumo
elevado, não faz mais que 7,5 km/l na cidade e 9 km/l na estrada com o
ar ligado. Barulho nas portas chega a irritar", reclama Henrique
Leandro, que mora em São Paulo, SP, e possui um Tempra Ouro 16V 1995.
Paulo Zenari, morador de Niterói, RJ, e proprietário de um modelo i.e
1995, alerta: "O preço de algumas peças de reposição, como
amortecedores, é um pouco salgado". Mário Luís da Silva Pinto, de
Presidente Prudente, SP, dono de um Tempra 16V 1995, finaliza: "Consumo.
Nunca fez mais que 7,5 km/l na cidade; na estrada, com ar-condicionado
ligado, não ultrapassa 9 km/l. O custo das peças da parte eletrônica é
muito alto".
O grau de satisfação medido no Teste do Leitor é bom: 72% dos
proprietários estão muito satisfeitos, 23% parcialmente satisfeitos e 5%
insatisfeitos. O seguro sai caro: em uma apólice de baixo risco na
cidade de São Paulo custa R$ 1.460, com R$ 1.400 de franquia, para um
Tempra SX 1997 (cotado a R$ 11.557 na FIPE).
Na hora da compra, as versões mais comuns no mercado são a 8V e a 16V.
Ambas são bons negócios, porém a primeira vai melhor na cidade, com
torque em rotações mais baixas. Embora atraentes pelo desempenho e pelos
equipamentos, as versões Turbo e Stile muitas vezes não são aceitas
pelas seguradoras e, quando aprovadas, as apólices possuem valor
altíssimo.
Geralmente bem rodado, até por estar fora de produção há seis anos, o
Tempra requer atenção na hora da compra, em especial as versões com
turbo e aquelas com farto conteúdo eletrônico. Teste todos os
equipamentos e só feche negócio depois de uma análise apurada por seu
mecânico. |



Instrumentos em azul,
pára-choques como os do Palio: as mudanças no modelo 1998 não foram das
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