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O ano de 1996 marcou a chegada da sexta geração, com desenho mais
moderno, faróis e lanternas maiores, lançada pouco antes no mercado
mundial. Por aqui as versões foram simplificadas. O hatch chegou só como
VTi, com o mesmo motor de 160 cv, e o cupê EX-S manteve o 1,6 16V, então
com 127 cv. O sedã ganhou motor 1,6 16V de 106 cv na versão LX e passou
a 127 cv na EX, que usava o 1,6 16V com VTEC. No ano seguinte a Honda
nacionalizou as duas últimas versões (abordadas em outro
Guia de Compra), mas ainda chegaram
algumas unidades do VTi e do EX-S.
"Gostoso de dirigir"
Entre os participantes do Teste do Leitor do BCWS, o Civic
importado se destaca pelo desenho, durabilidade, desempenho do VTi,
consumo, equipamentos, estabilidade e relação custo-benefício.
"Motor fantástico, elástico e potente, faixa vermelha começa aos 8.000
rpm, mas o motor aceita giros até maiores, é como andar numa moto com
quatro rodas. A estabilidade é excelente e os freios são precisos. O
carro é também muito econômico: média de 11 km/l na cidade com o
ar-condicionado ligado", aponta José Vitor Pierre, de Brasília, DF, dono
de um VTi 1995.
"O carro é muito bonito e extremamente gostoso de dirigir. O preço faz
com que seja um excelente custo-benefício. Possui vários itens de luxo e
opcionais. Se você não se preocupa com performance e não gosta de
correr, esse é 'o carro'", recomenda Carlos Eduardo Mansur, residente no
Rio de Janeiro, RJ e proprietário de um EX 1993. Denis Fernando Freitas,
de São Paulo, SP, enumera os pontos positivos de seu EX 1994: "Os
acessórios, que apesar da idade do carro continuam com o funcionamento
impecável, a parte elétrica, o desempenho e consumo para um carro 1.6
com câmbio automático, a baixa manutenção mecânica e o torque em altas
rotações".
Continua |



A Honda ofereceu vários
motores, mas o 1,6 com 16 válvulas, comando variável e 125 cv do EX é um
dos mais comuns no mercado de usados |