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Astra "inspirado" no 307

Eu estava lendo sobre o novo Astra e não pude deixar notar uma espécie de "inspiração" no desenho do Peugeot 307. Pra mim é (quase) cópia! A traseira parece idêntica, desenho das lanternas, formato do vidro traseiro. A lateral é diferenciada apenas pelo desenho das portas traseiras do Astra e a frente tem inspiração dos Audi (pára-choque). Não sei não! Sobre o Editorial a respeito da verborragia, eu acho excelente. Os outros sites e as revistas são muito sucintas nos assuntos tratados e normalmente deixam uma idéia incompleta em seus leitores. Aqui eu consigo ter as informações completas. Continuem assim!
 
Anderson Tavares
São Paulo, SP - anderson_tavares@ig.com.br

O Código por inteiro

Leitor assíduo deste site e das colunas especializadas, gostaria de propor que este site seja o porta-voz de milhares de motoristas deste país que têm a sua cidadania ameaçada, a cada dia com mais freqüência, por atitudes tomadas pelas autoridades de trânsito que, de posse de uma lei avançada, preocuparam-se somente em aprimorar a forma de aplicar cada vez mais multas, sem a contrapartida da implementação das demais obrigações previstas no mesmo código.

Que tal uma campanha para ser suspensa a aplicação de multas enquanto todas as demais cláusulas do Código não serem implementadas em sua totalidade? Absurdo ainda os limites de velocidades que são impostos pelas concessionárias das rodovias privatizadas, e com o aval dos Departamentos Estaduais de Trânsito. Na maioria dos casos estão muito aquém do limite de segurança, haja visto o absurdo de limitar em 80 km/h a descida da serra na Imigrantes recentemente inaugurada, que vem a exigir a condução do veículo com os freios sendo acionados constantemente.

Gostaria também de sugerir que este site pressione os Estados a exigirem uma qualidade melhor no acabamento destas mesmas rodovias que foram privatizadas. O que observamos hoje é uma involução no modo de se construir rodovias. O curioso é observar que em todos os trechos, são raros aqueles que permitem um tráfego sem solavancos, vista as irregularidades de acabamento destas rodovias.

Antonio Carlos Müller
Sorocaba, SP - acmuller@terra.com.br


BCWS - Realmente, não cumprir o código no seu todo, em que ambas as partes têm obrigações, bem merecia uma campanha. (Bob Sharp)

Soldado universal

Recebam minhas congratulações pela excelente matéria sobre o lendário e ainda atual Jeep. É um veículo com muita história e, acredito, com um longo futuro no cenário automobilístico mundial. Já gravei todas as páginas no meu HD, para reler e aprender um pouco mais sobre o modelo.

Octávio Sarmento Filho
Campinas, SP -
osarmento@mpc.com.br

Parabéns pela matéria sobre o Jeep. Está excelente. É sempre bom ver estas reportagens sobre automóveis. O site esta ótimo.

Luiz Otávio Campos de Medeiros
Site Willys-Overland do Brasil
Itajubá, MG - lotavio@iee.efei.br

Parabéns pela belíssima reportagem sobre a história do Jeep, até mesmo eu que além de jipeiro e um apaixonado por tudo que se relaciona ao Jeep fiquei surpreso com algumas revelações. Parabéns, continuem assim, resgatando a nossa história.

Ari Valim
Presidente Jeep Clube de Marília
Marília, SP - jeepclubemarilia@bol.com.br

Muito boa a matéria sobre o Jeep (assim como todas do site, sempre). Simplesmente sensacional. Vocês estão de parabéns! Arrisco-me a comparar o BCWS com o próprio Jeep, uma verdadeira lenda.

Josué Nunes
São Leopoldo, RS - josuenunes@terra.com.br

Uma pequena observação à inserção do Bob Sharp, na fantástica história do Jeep. Na Frente Russa, mais precisamente em Stalingrado, os oficiais alemães usavam Jeeps americanos no lugar do Kombatwagen, por o julgarem mais capaz e apto as duras condições daquele front.Os carros eram roubados, em ataques a comboios militares que levavam armamentos, gêneros alimentícios e munições da ajuda americana à URSS. Nos livros de história especializados sobre a segunda guerra chega a ser desconcertante ver o "aliado" Jeep vestido com a suástica e nas cores do Reich.

Andre Decourt de A. Costa
Rio de Janeiro, RJ - pandabp@zipmail.com.br

Tenho acompanhado as excelentes matérias publicadas neste site sobre os carros que fizeram história no Brasil e no mundo. Parabéns a todos envolvidos neste trabalho pelo conteúdo e qualidade das informações apresentadas. Esta matéria sobre o Jeep está "show" e será com certeza arquivada em muitos PCs de admiradores do "jeepinho". Parabéns.

Bufalogil
Governador Valadares, MG - pascoal.adv@ig.com.br


Ao ler ao especial sobre o Jeep vi a foto de um protótipo de 6 rodas feito por uma concessionária, segundo a própria reportagem, e era dito que se desconhecia o paradeiro deste protótipo. Pois bem, informo que este veículo esta no Rio de Janeiro no bairro de Ipanema servindo de veículo para passeios turísticos, porém ele estava à venda e após isso nunca mais o vi, mas acredito que ele ainda está no Rio de Janeiro. Espero ter ajudado um pouco a esclarecer esta história.

Filipe Werneck
Rio de Janeiro, RJ - filipewerneck@hotmail.com

BCWS - Agradecemos sua participação, mas segundo nosso amigo Jason Vogel, do caderno Carro Etc. do jornal carioca O Globo, o Jeep de 6 rodas que circula pelo Rio não é igual ao que mostramos na foto, sendo provavelmente outro veículo. De qualquer modo é interessante saber que há outro em circulação, o que adicionamos ao texto.

Dinossauro de duas rodas

Fiquei muito feliz em ver publicado uma matéria que eu indiquei (Amazonas), mais uma vez esta revista eletrônica demonstrou seu alto grau de profissionalismo e competência em uma matéria excelente, demonstrando também seu respeito e dedicação a nós leitores.

Cassio Palaretti
Ribeirão Preto, SP - cpalaretti@bol.com.br

Por que o A3 não vende

Sobre o comentário do leitor Eduardo Teixeira Küll, alegando defasagem do Audi A3, discordo que a culpa das baixas nas vendas do modelo, bem como nas de seu equivalente na VW, o Golf, tenham ocorrido devido a deficiências dos próprios carros. Possuo um Golf GTI 180 cv e tive a oportunidade de avaliar um Stilo Abarth em rodovia, fato que só me fez reavivar a admiração pela plataforma Audi/Golf. Tudo, desde posição de dirigir, apoio do corpo em curvas, engates do câmbio, disposição do motor, freios, estabilidade, peso do volante, acabamento (o Stilo por mim avaliado era cotado em 69.000 reais e possuía volante sem revestimento algum, no plástico rude mesmo! INADMISSÍVEL!), é superior, sem sombra de dúvidas, no Golf. A verdade é que faltam sim ao Golf e ao A3 (a este último em menor grau) equipamentos, mas que são disponíveis nos mercados europeus.

O fato do Corolla vender mais que o A3 pode ser devido à categoria no qual o modelo japonês está inserido, em concorrência com Vectra, por exemplo. E não creio que sejam vendidos mais Stilos Abarth do que Golfs GTI e Audis Turbo. Agora, em relação ao fato da VW decidir transferir a produção do Golf para o México, soube que tal deveria acontecer devido a intenção da VW em alcançar uma maior participação no mercado norte-americano, que seria facilitado pelos acordos do NAFTA entre México e EUA, e não tão somente devido a diferenças de índices de custos de produção entre Brasil e México.

Paulo Celso Vieira Paino
São Carlos, SP - paulo.paino@uol.com.br

Continua

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