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Receita comprovada

Achei caríssima a Idea Adventure. R$ 53 mil por um veículo pequeno e que tem muitos opcionais que deveriam ser de série, só o torna interessante se comparado com os também salgados preços dos modelos concorrentes. Coisas de Brasil.

Marcelo Machado de Lara
Taquari, RS - mlara2@gmail.com

Parabéns! Vocês realmente sabem fazer matérias sobre automóveis. Todas as minhas dúvidas sobre a Idea Adventure foram esclarecidas e agora já posso pensar em comprá-la.

Paulo Seles Figueira Juncal
São Paulo, SP - paulo.juncal@uol.com.br

Parabéns pelo ótimo trabalho. Vocês conseguiram me fazer abandonar as revistas "físicas". Agora só leio, prefiro e confio nas informações do Best Cars. Na Idea Adventure, para ter o Skydome precisarei retirar o bagageiro? Se o bagageiro é item de série nesta versão, terei que declinar de manter este item no carro? A Fiat caprichou no modelo, mas poderia de alguma maneira manter os dois.

Ramiro Alves da Rocha Cruz Junior
São Paulo, SP - unimog69@gmail.com

O carro é bonito e muito atraente. A Fiat peca em aspectos como freio a disco na traseira em série e controle interno dos retrovisores (Palio e Strada Adventure não possuem). A empresa não se preocupa de verdade com segurança. Um off-road/asfalto deve possuir todos os itens acessíveis de segurança, principalmente freios a disco.

Comte Drewes
Goiânia, GO - drewescmds@uol.com.br

Achei a Idea Adventure muito bonita e convincente para quem quer ter uma sensação de ter um jipe, mesmo que sem as condições técnicas de um. O fato é que ela concilia aspecto robusto e comodidade de carro urbano, mas não será inevitável uma canibalização da Doblò? É como se fosse o ogro ao lado do príncipe. Em todos os detalhes (inclusive no desenho do interior) o Idea supera o Doblò. A única vantagem deste é a sensação de maior amplitude, o que é insuficiente para um cliente em potencial abrir mão da Idea, que ainda por cima anda na mesma faixa de preço, tem o mesmo motor e com certeza é mais ágil por ser mais leve. Não seria um tiro no pé que a Fiat estaria dando?

Pedro Augusto de Sousa Nascimento
Brasília, DF - pasn2004@gmail.com

Política, meio ambiente e pneus

Como sempre, excelente a coluna. Realmente há que se levar em conta o problema ambiental que a importação de pneus usados pode causar. Mas há também o problema econômico, que deve ser muito bem avaliado. A sua idéia de importar a matéria-prima, remanufaturá-la e exportá-la parece ser a que melhor atende à necessidade de todos. Aqui em Porto Alegre, há uns dez anos, uma parte da pista de um dos corredores para ônibus recebeu asfalto com uma mistura de borracha de pneus moídos. O segmento escolhido localiza-se num declive e em curva, onde a resistência do material foi colocado a uma severa prova. Enquanto as outras partes do corredor deformaram-se, a parte que recebeu a mistura ficou praticamente intacta. A intenção era estender este tipo de asfalto aos demais corredores, mas mudaram as administrações municipais, e a experiência caiu no esquecimento. Aí está uma outra boa aplicação da borracha deste tipo de pneus.

Carlos Alberto A. da Silva
Porto Alegre, RS - caas50@yahoo.com.br

Maldição energética

Ouvi numa rádio que o lucro da Petrobrás é muito superior a de TODOS OS BANCOS BRASILEIROS. Petrobrás e governo brasileiro têm ambos interesse em "aterrorizar" a população, para garantir os lucros absurdos da estatal monopolista e porque o imposto sobre gasolina chega perto de 80% sobre o custo real sem impostos. Primeiro, o grande absurdo é garantido pela substituição tributária, onde se atribui um preço final ao produto muito acima do preço praticado. E cobra-se todos os impostos sobre este preço final mesmo que se venda a preço zero na bomba. O revendedor tem que pagar todos os impostos mesmo que queira dar de graça o combustível! As distribuidoras não falam abertamente pois dependem da boa vontade do único fornecedor de gasolina no Brasil, por lei. Monopólio de refino...

Lisiong Lee
São Paulo, SP - lslee@uol.com.br

Condimentos originais

Muito interessante, sob todos os aspectos, o C4 VTR. Tem como pontos fortes o design bastante ousado e o preço muito competitivo, principalmente em se tratando de um veículo importado sujeito à tributação de 35%. Duas ressalvas: o desnecessário e não menos infame encurtamento das relações de marcha, e a falta de opção do motor de 180 cv. Quando é que vão parar de encurtar marchas aqui nesta "terra brasilis" e deixar de oferecer um produto por causa de baixa procura ou preço maior? Com certeza haverá compradores que se sentiriam muito satisfeitos em adquirir um veículo com desempenho mais digno do visual pra lá de caprichado, mesmo que pagando a mais por isso.

Fábio B. Pinho
Sorocaba, SP - fbpinho@yahoo.com.br

Parabéns pela reportagem! Bastante minuciosa, detalhista, senti-me dentro do carro! Concordo plenamente com as críticas em relação às rodas aro 15. Penso que esta opção vai de encontro com a tendência de conferir mais personalidade (ainda) ao C4. Afinal, uma bela roda (e pneu) tem seu lugar, qualquer que seja o veículo... Achei apenas que o revestimento dos bancos merecia maior destaque (achei uma beleza!).

Frederico José Souza de Azevedo
Salvador, BA - frederico@pradovalladares.com

Suponho que mais uma vez a Citroën esteja tentando ludibriar o consumidor com o preço de seus veículos. Estive numa concessionária e me foi informado que o preço de partida do C4 seria de R$ 78.900, não R$ 69.800. E me foi dito que o banco de couro já é instalado na fábrica (França), ou seja, não é possível adquirir sem este acessório. Este preço na prática não existe. Os preços anunciados pela Citroën são "virtuais", nunca se realizam na prática. Alguém no Brasil vai conseguir adquirir um C4 com preço de R$ 69.800 impresso na nota fiscal?

Sandro Saboia
São Paulo, SP - sandro.saboia@uol.com.br

Mais uma vez, a Citroën apronta para cima do consumidor. O carro é anunciado por R$ 69.800, mas na concessionária não sai por menos de R$ 74.800. Segundo a revendedora, esses R$ 5.000 são referentes a frete e alguns opcionais que já vêm no modelo (opcionais ou obrigatórios?). Outra informação: por este preço o carro vem sem rodas de liga leve! Parece piada. Depois que me informei, desisti de ir à concessionária.

João Afonso de Souza Oliveira
Brasília, DF - jafonsooliveira@yahoo.com.br

Segurança opcional

Fico bastante indignado por saber que tanto os freios ABS quanto bolsas infláveis são opcionais dos mais caros em nossos carros cada vez mais caros. Sempre preferi comprar carros usados um pouco mais velhos e com tais itens a escolher os 0Km "pelados". Quase bati uma vez meu carro anterior por não possuir ABS, quando numa frenagem de emergência as rodas travaram e deixaram o carro sem controle. Ele deveria ser obrigatório em todos os veículos nacionais, assim como as bolsas infláveis.

Juliano Maciel Folletto
Campo Grande, MS - folletto@uol.com.br


Continua

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