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Política, meio
ambiente e pneus
Como sempre,
excelente a coluna. Realmente há que se levar em conta o problema
ambiental que a importação de pneus usados pode causar. Mas há também
o problema econômico, que deve ser muito bem avaliado. A sua idéia de
importar a matéria-prima, remanufaturá-la e exportá-la parece ser a
que melhor atende à necessidade de todos. Aqui em Porto Alegre, há uns
dez anos, uma parte da pista de um dos corredores para ônibus recebeu
asfalto com uma mistura de borracha de pneus moídos. O segmento
escolhido localiza-se num declive e em curva, onde a resistência do
material foi colocado a uma severa prova. Enquanto as outras partes do
corredor deformaram-se, a parte que recebeu a mistura ficou
praticamente intacta. A intenção era estender este tipo de asfalto aos
demais corredores, mas mudaram as administrações municipais, e a
experiência caiu no esquecimento. Aí está uma outra boa aplicação da
borracha deste tipo de pneus.
Carlos Alberto A. da Silva
Porto Alegre, RS - caas50@yahoo.com.br |
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Maldição
energética
Ouvi numa rádio que o
lucro da Petrobrás é muito superior a de TODOS OS BANCOS BRASILEIROS.
Petrobrás e governo brasileiro têm ambos interesse em "aterrorizar" a
população, para garantir os lucros absurdos da estatal monopolista e
porque o imposto sobre gasolina chega perto de 80% sobre o custo real
sem impostos. Primeiro, o grande absurdo é garantido pela substituição
tributária, onde se atribui um preço final ao produto muito acima do
preço praticado. E cobra-se todos os impostos sobre este preço final
mesmo que se venda a preço zero na bomba. O revendedor tem que pagar
todos os impostos mesmo que queira dar de graça o combustível! As
distribuidoras não falam abertamente pois dependem da boa vontade do
único fornecedor de gasolina no Brasil, por lei. Monopólio de
refino...
Lisiong Lee
São Paulo, SP - lslee@uol.com.br |
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Condimentos
originais
Muito interessante,
sob todos os aspectos, o C4 VTR. Tem como pontos fortes o design
bastante ousado e o preço muito competitivo, principalmente em se
tratando de um veículo importado sujeito à tributação de 35%. Duas
ressalvas: o desnecessário e não menos infame encurtamento das
relações de marcha, e a falta de opção do motor de 180 cv. Quando é
que vão parar de encurtar marchas aqui nesta "terra brasilis" e deixar
de oferecer um produto por causa de baixa procura ou preço maior? Com
certeza haverá compradores que se sentiriam muito satisfeitos em
adquirir um veículo com desempenho mais digno do visual pra lá de
caprichado, mesmo que pagando a mais por isso.
Fábio B. Pinho
Sorocaba, SP - fbpinho@yahoo.com.br
Parabéns pela reportagem! Bastante minuciosa, detalhista, senti-me
dentro do carro! Concordo plenamente com as críticas em relação às
rodas aro 15. Penso que esta opção vai de encontro com a tendência de
conferir mais personalidade (ainda) ao C4. Afinal, uma bela roda (e
pneu) tem seu lugar, qualquer que seja o veículo... Achei apenas que o
revestimento dos bancos merecia maior destaque (achei uma beleza!).
Frederico José Souza de Azevedo
Salvador, BA - frederico@pradovalladares.com
Suponho que mais uma vez a Citroën esteja tentando ludibriar o
consumidor com o preço de seus veículos. Estive numa concessionária e
me foi informado que o preço de partida do C4 seria de R$ 78.900, não
R$ 69.800. E me foi dito que o banco de couro já é instalado na
fábrica (França), ou seja, não é possível adquirir sem este
acessório. Este preço na prática não existe. Os preços anunciados pela
Citroën
são "virtuais", nunca se realizam na prática. Alguém no Brasil vai
conseguir adquirir um C4 com preço de R$ 69.800 impresso na nota
fiscal?
Sandro Saboia
São Paulo, SP - sandro.saboia@uol.com.br
Mais uma vez, a Citroën apronta para cima do consumidor. O carro é
anunciado por R$ 69.800, mas na concessionária não sai por menos de R$
74.800. Segundo a revendedora, esses R$ 5.000 são referentes a frete e
alguns opcionais que já vêm no modelo (opcionais ou obrigatórios?).
Outra informação: por este preço o carro vem sem rodas de liga leve!
Parece piada. Depois que me informei, desisti de ir à concessionária.
João Afonso de Souza Oliveira
Brasília, DF - jafonsooliveira@yahoo.com.br |