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A Fórmula 1
das duas rodas


Motos modernas, alta competitividade e espetáculo vibrante: é o Campeonato Mundial de MotoGP


Texto: Luiz Alberto Pandini
Fotos: divulgação

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Sete Gibernau e Valentino Rossi no GP da Alemanha: Gibernau venceu, mas Rossi lidera o campeonato

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Kenny Roberts Junior e a Suzuki: campeões em 2000 e andando entre os últimos em 2003



Alexandre Barros: um talento brasileiro e sua Yamaha YZR M1, abaixo e na foto do alto

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Máquinas potentes, construídas com a mais avançada tecnologia, e conduzidas pelos melhores pilotos do mundo. Interesse maciço de grandes fabricantes, muitos patrocinadores, milhares de espectadores presentes nos circuitos a cada etapa e milhões presenciando as disputas por meio de transmissão direta pela televisão. Não, não é a Fórmula 1, mas o Campeonato Mundial de Motovelocidade, que tem como categoria máxima a MotoGP.

Disputado pela primeira vez em 1949 — um ano antes do primeiro campeonato oficial da Fórmula 1, portanto —, o Mundial de Motovelocidade se diferencia de seu equivalente sobre quatro rodas pelo fato de sempre ter tido mais de uma categoria em disputa (saiba mais). Hoje existem, além da MotoGP, as categorias de 250 cm³ e 125 cm³ (ver boxe). Todas as categorias correm nas mesmas datas e locais, quase sempre lotando os autódromos.

Com a mudança do regulamento técnico, anunciada em 1999 e colocada em prática a partir da temporada de 2002 (saiba mais), a categoria máxima do motociclismo mundial passou a ser disputada por motos com motor de quatro tempos e no máximo 990 cm³ de cilindrada. No primeiro ano, algumas equipes apostaram nas antigas 500 cm³ de dois tempos, mas logo perceberam que as novas máquinas, ainda sem pleno desenvolvimento, eram muito superiores.

A princípio, o uso das motos antigas seria proibido a partir de 2003. Mas, atendendo a pedidos, duas equipes ainda usaram motores dois-tempos nesta temporada. Uma foi a Proton KR, equipe do ex-campeão mundial Kenny Roberts (o pai), devido ao atraso na construção e desenvolvimento da nova moto com motor V5. As motos antigas foram aposentadas tão logo a nova mostrou-se confiável. Continua

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Data de publicação: 27/9/03

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