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Os motores desenvolvem de 110 a 143 cv. O da Suzuki (terceira foto) é único de dois cilindros, e o da Yamaha (embaixo) tem 20 válvulas mas não injeção eletrônica
 

Até 143 cv   E como andam essas motos? Se depender dos dados de fábrica, muito bem, obrigado. O propulsor da Z 1000, de quatro cilindros em linha, desloca 953 cm³ e, com injeção eletrônica, desenvolve 127 cv de potência e 9,8 m.kgf de torque. Esse motor é derivado do que equipa a Ninja ZX-9R. Com um peso de 198 kg, alcança 250 km/h de velocidade máxima.

A Hornet entrega, com o motor de 919 cm³ (uma versão mais "mansa" daquele que equipou a CBR 900 RR FireBlade em 1996) e também quatro cilindros, 110 cv de potência e torque de 9,38 m.kgf a 6.500 rpm. Mais leve que a Kawasaki (194 kg), alcança 230 km/h.

Já o trem de força da FZS 1000 Fazer é muito interessante: com 20 válvulas, desloca 998 cm³ e chega à potência de 143,1 cv, a maior de todas. O torque de 10,8 m.kgf surge a 7.500 rpm. O cárter e os cilindros são construídos em peça única, o que torna o motor bem compacto. Os pistões são forjados, o interior dos cilindros recebe tratamento galvanizado e há a válvula de escapamento EXUP, que contribui para o torque em baixa rotação. Curiosamente a Yamaha não emprega injeção: a alimentação se dá através de quatro carburadores de 37 mm cada. O peso é de 208 kg.

A Suzuki aposta em um dois-cilindros em V, o mesmo da uso-misto V-Strom. Com 996 cm³, desenvolve 120 cv e torque de 10,2 m.kgf. Continua

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