A resposta da líder Quatro meses depois da Yamaha XTZ 125, a Honda
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A Yamaha deve ter comemorado como poucas vezes a dianteira que assumiu em
setembro do ano passado: ao lançar a atraente XTZ
125, deixava a líder Honda bastante defasada em um segmento de grande importância, o das
pequenas motos de uso misto. A veterana XLR 125, com estilo baseado na XR 200 R de 1994 e o motor da CG Titan, perdia muito de seu apelo diante da nova concorrente. Mas a resposta da Honda foi muito rápida. |
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Na versão 125
(ao lado) ou na 150 (acima), as mesmas linhas arrojadas e atraentes,
que logo identificam a NXR com as Hondas maiores de uso misto, a
Tornado e a Falcon |
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A Honda optou, porém, por trazer de volta a sigla NX, utilizada por 12 anos nos modelos
de 150 e 200 cm3. O nome completo é NXR 125 Bros KS (com partida a pedal), ES (com partida elétrica) ou NXR 150 Bros ESD (com a elétrica e freio dianteiro a disco). São disponíveis nas cores branca, vermelha e azul. O nome Bros -- forma abreviada de
brother, irmão em inglês --, curiosamente, foi utilizado no Japão
apenas na estradeira NT de 400 e 650 cm3. |
| No painel, a ausência de conta-giros, lamentável em motores de
menor cilindrada |
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Como tem sido freqüente nas últimas uso-misto, o painel é básico e não traz conta-giros, um sério inconveniente nesta cilindrada, em que o motor é facilmente levado a alta rotação. O banco é baixo -- 82 cm do solo -- para facilitar o uso por mulheres e pilotos de menor estatura, tem espuma macia e um segundo nível para o garupa.
Grande conquista foi a posição de pilotagem, muito mais confortável
e espaçosa para piloto e garupa. A distância entre o piloto e o guidão
aumentou; o tanque cresceu de 8,5 para 12 litros.
Continua |
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Motos - Página principal - e-mail Data de publicação: 18/1/03 © Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados |