Referência em superesportiva
As inovações
da Yamaha muitas vezes são adotadas |
A Yamaha detém grandes méritos na indústria motociclística quando o assunto são as superesportivas. Seus projetos são normalmente grande sucesso entre o público apaixonado e o especializado em motocicletas, porque sempre trazem evoluções que, não raro, são incorporadas por modelos de outros fabricantes. |
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Com quadro exposto, faróis de formato ousado e o pára-brisa começando entre eles, o desenho da R1 é bastante moderno e agressivo, exalando esportividade |
| Com a YZF-R1 não poderia
ser diferente. A combinação entre baixo peso, elevada
potência e entreeixos reduzido fez dessa Yamaha -- uma
irmã maior da YZF-R6, saiba mais -- uma das melhores motos da categoria. "O touro", como a própria Yamaha já classificou a R1, tem um propulsor com configurações similares aos demais: quatro cilindros em linha, duplo comando no cabeçote e refrigeração líquida, além de cinco válvulas por cilindro. Todavia, algumas soluções o tornaram mais eficiente, leve e compacto, como a montagem do câmbio de eixos sobrepostos, do bloco do motor e dos cilindros em um único corpo, reduzindo em muito o número de peças. O motor é utilizado como parte estrutural, o que contribui para um quadro mais leve. |
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Apenas
o conta-giros fica de fora do padrão digital do painel.
Na foto à direita, a Com 1.000 cm³, esse motor
rende a potência de 150 cv, mais que suficiente para
arrancar exclamações de satisfação do piloto que a
estivar dominando. Diferente da R6, a R1 não conta com
sistema de admissão forçada de ar (Ram Air), por isso
tem um comportamento crescente e contínuo no aumento da
potência. De qualquer forma, esse sistema não faz a
menor falta! |
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