Começa pelo quadro, de dupla viga em alumínio, esperado de uma superesportiva mas não de uma cruiser; passa pela suspensão traseira monobraço, inspirada na RC 211 V de competição, que sustenta a roda apenas pelo lado direito; e chega à dianteira inovadora, do tipo trailing bottom link (articulação inferior arrastada), em que a extremidade inferior do garfo fica posicionada bem à frente do eixo, cabendo a um sistema de articulações o trabalho da suspensão. |
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![]() Inovação na lanterna traseira, com LEDs, e na suspensão dianteira com articulação arrastada |
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Acabou? Não, falta falar
dos pneus, o traseiro com 180 mm de seção, e dos freios: os dois discos
de 330 mm à frente e o disco de 336 mm atrás são os maiores que a Honda
já aplicou a uma moto. As rodas cromadas são opcionais. |
![]() O radiador foi um dos pontos debatidos entre Estilo e Engenharia; o motor de seis cilindros opostos e 1.832 cm3, o mesmo da Gold Wing, recebeu modificações para maior potência e tem o torque mais alto entre as motos de produção normal |
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Quando custa? Nos EUA
são US$ 25.500, o que a coloca entre as motos mais caras do mercado — a
Yamaha Road Star Warrior 1700 sai por US$ 12
mil e a Harley V-Rod 1100 chega a US$ 17 mil,
mas ambas têm apenas dois cilindros. Além das rodas cromadas e das cores
vinho, azul-escuro e preto, existe na Rune a opção por um guidão com as
manoplas recuadas em 50 mm e rebaixadas em 20 mm, para a posição de
dirigir clássica das estradeiras americanas. |
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