A campeã se rejuvenesce Depois de
28 anos, a CG 125 dá lugar à CG 150 Titan, |
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Em time que está ganhando também se mexe, diria a máxima do
futebol se aplicada aos automóveis e motos. Depois de 28 anos de
liderança no mercado de duas rodas e mais de 3,5 milhões de unidades
produzidas (para exportação inclusive), a Honda mostra agora o que
talvez seja a maior alteração técnica na CG, desde o lançamento em 1976:
um motor de 150 cm³, com comando de válvulas no cabeçote, em
substituição ao veterano 125 de comando no bloco. |
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Tanque e componentes plásticos são novos, para marcar a estréia do motor de 150 cm3 Esta é considerada a
sexta geração da CG. A grande mudança em relação ao modelo de 125 cm³
— cuja produção se encerra — é o motor de 150 cm³ com comando no
cabeçote, apoiado em rolamentos e acionado por corrente, e balancins
roletados. A disposição das válvulas em ângulo resultou em
câmara de combustão hemisférica, o
que possibilitou taxa de compressão de 9,5:1. Apesar da mesma
cilindrada, o propulsor não é compartilhado com o da
NXR 150 Bros. |
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O comando no cabeçote é a maior novidade, mas há outras, como balancim roletado e um sistema para reduzir as vibrações. Potência e torque passam a 14,2 cv e 1,35 m.kgf |
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Outras novidades são a
relação diâmetro/curso praticamente quadrada (57,3 x 57,8 mm, contra
56,6 x 49,5 mm do antigo), pistão ultraleve (89 g ante 96 g) e com
jato de óleo para arrefecimento, menores tolerâncias internas e filtro
de ar do tipo cartucho de papel (mais barato). Além do motor, a 150
traz quadro reestudado e com maior rigidez torcional, suspensões de
maior curso (130 mm a dianteira e 101 mm a traseira, contra 115 e 82
mm da versão antiga) e tanque com um litro a mais de capacidade (de 13
para 14 l). |
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