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Alma de campeão
A
Alfa Romeo batizou o sedã e o cupê Alfetta |
O nome Alfetta tornou-se conhecido como denominação dos monopostos 158 e 159 da Alfa Romeo, os primeiros carros campeões de Fórmula 1 na história, nas mãos de lendas como
o argentino Juan Manuel Fangio e o italiano Giuseppe
Farina. Em 1972 a Anonima Lombarda Fabbrica di Automobili, fundada em 1906,
empregava a denominação em um sedã que introduzia novos conceitos de mecânica na marca. |
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O Alfetta sedã, lançado em
1972, e o modelo 159 de competição que levou o primeiro título de
Fórmula 1: iguais no nome e similares em certos detalhes mecânicos |
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O novo Alfetta era um quatro-portas de porte médio, com 4,28 metros de comprimento, 2,51 entre eixos e estilo tradicional da marca: quatro faróis redondos ladeando o escudo frontal, ampla área de vidros, formas retilíneas -- a marca registrada de seu projetista Giugiaro. Nos Estados Unidos era chamado Alfa Sports Sedan. Como todo Alfa até então, tinha motor longitudinal e tração traseira, mas havia novidades técnicas. |
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O primeiro Alfetta GT cupê,
de 1974: linhas de Giugiaro e da própria Alfa, boa aerodinâmica e
motor 1,8 de 122 cv com dois carburadores duplos |
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O conhecido motor 1750 de duplo comando de válvulas passava a 1.779 cm3 e desenvolvia 122 cv a 5.500 rpm, com dois carburadores de corpo duplo. Os freios eram a disco nas quatro rodas, sendo os traseiros montados internamente. Com uma tonelada de peso, o sedã chegava a 180 km/h. Seu bom desempenho contribuiu para que o Comando Generale dell’Arma dei Carabinieri, a polícia militar da Itália, adquirisse já no ano seguinte 75 unidades para patrulhar as regiões de Turim, Milão, Roma,
Nápoles e Palermo. |
O interior do
cupê: volante de madeira, bancos confortáveis e um curioso painel |
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No interior, bancos
confortáveis, volante com aro de madeira, alavanca de câmbio bem
próxima dele e bom espaço para dois adultos à frente e duas crianças atrás. A ampla área envidraçada garantia boa visibilidade e iluminação do habitáculo, como os europeus apreciam. Destaque era o conta-giros bem à frente do motorista, enquanto o velocímetro e outros instrumentos ficavam no centro do painel. Um arranjo que mudaria mais tarde (1980) devido a críticas dos usuários.
Continua |
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