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A única reformulação
completa do Manta aconteceu em 1975, quando assumia um perfil mais
alongado, com colunas estreitas e capô longo |
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Depois de quase 500 mil unidades vendidas, o Manta acompanhava o sedã
Ascona em sua reformulação de 1975, passando à segunda geração. As linhas modernizadas destacavam o longo capô, a maior área envidraçada e o spoiler sob o pára-choque dianteiro. As versões eram DeLuxe, Berlinetta e SR, com motor 1,6 de 75 cv e a opção (nos dois últimos) do 1,9 de 90 cv; a GT/E com injeção vinha um ano depois. |
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O Manta CC: três portas,
banco rebatível, maior praticidade. Pára-choques plásticos e
spoiler frontal atualizaram seu estilo em 1979 |
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Outra novidade era o Manta CC (CombiCoupe), um
hatchback três-portas com a praticidade do banco traseiro rebatível. No ano seguinte a linha ganhava pára-choques envolventes em plástico, novos bancos e acabamento interno; em 1980, a versão GT/J, voltada aos mais jovens, sem cromados e com suspensão mais rígida. |
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A preparadora Irmscher criou
versões muito interessantes do Manta. Esta 400 tinha motor 2,4,
cabeçote Cosworth e 275 cv na preparação para rali |
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A Opel começou pelas versões GT/J e Berlinetta, com um inédito e moderno motor 1,8 (84,8 x 79,5 mm, o mesmo usado aqui do Monza até o Astra) de
fluxo cruzado, 90 cv e 14,6 m.kgf de torque. No ano seguinte retornava o conhecido GT/E 2,0, agora com injeção Bosch e 110 cv. A preparadora Irmscher, pertencente à Opel, criou a partir dele versões "quentes": a i200, de 2,0 litros e 125 cv, feita para homologação no
Grupo B de rali; a i240, de 2,4 litros e 136 cv; e a i300, com o seis-cilindros de 3,0 litros que veríamos no Omega. |
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A última evolução: o GT/E
(ou GSi) Exclusiv, com quatro faróis redondos e o spoiler traseiro do
Manta 400. Em 1989 o cupê dava lugar ao belo Calibra |
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A última versão do Manta foi a GT/E Exclusiv
(GSi Exclusiv em alguns mercados), com quatro faróis redondos, spoiler traseiro do 400 e outros adereços
esportivos, lançada em 1985. No Salão de Frankfurt de 1989 a Opel apresentava o Calibra, cupê derivado do Vectra lançado no ano anterior, belíssimo e com o melhor coeficiente aerodinâmico já visto num carro de série (0,26). O Manta
cedia seu espaço a outro GM europeu que marcaria época. |
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