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Pequenos carros de grande agilidade
Apesar da baixa cilindrada, de 360 a 800 cm3, os
roadsters |
Soichiro Honda nasceu em 1906. Nas décadas de 20 e 30 trabalhou em manutenção de automóveis, foi piloto de competição e chegou a fabricar autopeças -- anéis de segmento --, até fundar a fábrica de motocicletas que se tornaria a maior do mundo. No final dos anos 50 decidia passar a produzir automóveis, mas não simples meios de transporte: Soichiro queria fabricar pequenos e empolgantes
carros esporte com motores de baixa cilindrada. |
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O primeiro automóvel da
Honda, o X170: carroceria rudimentar, motor V4 com comando no
cabeçote e 360 cm3 |
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O primeiro protótipo, chamado X170, ficava pronto em 1959: um chassi sem carroceria, apenas
com um capô e um teto rudimentares, motor de quatro cilindros em V refrigerado a ar, comando de válvulas no cabeçote, 360 cm3, dois carburadores e tração dianteira. No ano seguinte aparecia o X190, já com uma carroceria completa em plástico com fibra-de-vidro, tração traseira e motor
dianteiro de quatro cilindros boxer. |
| No Salão de
Tóquio de 1962 surgia o primeiro roadster da série, o S360.
Com três metros de comprimento, alcançava 33 cv a 9.000 rpm com o
motorzinho de quatro cilindros e carburação individual |
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A potência máxima de 33 cv surgia a altíssimas 9.000 rpm, regime que era típico de motocicletas (japonesas), exigindo uso intenso do câmbio de cinco marchas. A transmissão final era peculiar, por corrente, com braços oscilantes de alumínio que serviam tanto para suportar a corrente quanto como braços arrastados da suspensão traseira independente. |
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A primeira evolução, com 500
cm3 e potência de 44 cv, levou apenas um ano para chegar. A
transmissão final ainda era a corrente, mas agora em banho de óleo |
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Ao apresentar o S360, a Honda já sabia que mais potência seria bem-vinda, exibindo a seu lado um protótipo do S500, com o motor aumentado para 492 cm3. Esta versão chegava ao mercado um ano depois, com cilindrada de 531 cm3, potência de 44 cv a 8.000 rpm e câmbio de quatro marchas, cuja primeira não era
sincronizada. A transmissão final agora usava corrente em banho de óleo, a suspensão traseira era independente, a "cauda" da carroceria tornava-se mais longa e havia opção de um teto
rígido de plástico com fibra-de-vidro. Continua |
Carros do Passado - Página principal - e-mail Data de publicação deste artigo: 26/11/02 © Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados |