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Menos é mais — muito mais
O Seville adequou o luxo da Cadillac à crise do petróleo e |
Poucas vezes um Cadillac
pôde ser tão justamente chamado de um exemplo de bom gosto. Habitual
produtora de carros nos quais tudo é superlativo em tamanho, a divisão
de luxo da General Motors decidiu inovar em 1975 com o Seville. Era sua
primeira incursão no segmento dos “compactos”, como os americanos ainda
chamavam os carros médios tão menores que seus tradicionais modelos
full-size (tamanho máximo). De qualquer forma, a crise do petróleo
em 1973 cobrava carros mais econômicos. |
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Resgatando um nome da década de 50, o primeiro Seville, de 1975, tinha tração traseira, motor V8 de 5,7 litros e a peculiar coluna traseira quase vertical |
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O nome Seville havia
sido usado antes numa versão hardtop (de teto rígido, com jeito
de conversível) do Eldorado entre 1956 e 1960. Nos anos 70 pensou-se
até numa versão do Opel Diplomat alemão, mas por fim a plataforma X da
GM americana foi a escolhida. De tão modificada, ganhou a nomenclatura
K. O carro era 68 cm mais curto, 20 cm mais estreito e 363 kg mais
leve que um De Ville. Menor que os outros modelos da linha em tantos
aspectos, ao menos era movido por um V8. |
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Sua lista de
equipamentos incluía comandos elétricos em praticamente tudo. Até
iluminação para encontrar a fenda da chave na porta era oferecida. Em
1977 chegavam os aguardados freios a disco; em 1978, a versão Elegante
vinha em duas cores sobrepostas. Tantos recursos levaram a Cadillac a
sua meta: as boas vendas, 53.487 em 1979, estragaram a alegria dos
europeus — mas só por algum tempo. Logo seus méritos passariam por uma
prova de fogo com algumas estratégias equivocadas do fabricante. |
Carros do Passado - Página principal - e-mail Data de publicação: 18/11/03 © Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados |