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A
empresa garante que, com aumento para 2,0 litros, turbo maior e boa
preparação, cada motor pode ultrapassar 500 cv! Mesmo com "apenas"
740, porém, o desempenho é de deixar Ferraris vermelhos de vergonha:
de 0 a 100 km/h em 3,5 s, de 0 a 200 em 8,9 s e máxima de até 371
km/h, de acordo com as relações de marcha.
O uso dos sensores dos freios ABS, que analisam a rotação de cada
roda, permite um controle de tração que contém a potência de um dos
motores em caso de perda de aderência. Os diferenciais são ambos
autobloqueantes, a 25% o dianteiro e a
50% o traseiro.
As rodas são de alumínio forjado, de 19 pol, com pneus 245/35; os
freios usam discos ventilados Brembo, de 355 mm à frente e 330 mm
atrás. O peso total é de 1.490 kg. Para completar o conjunto, o Bimoto
recebeu tomadas de ar nos pára-lamas traseiros, conjunto aerodinâmico
e bancos Recaro com cintos de seis pontos. O painel tem um conta-giros
para cada motor.
A MTM ainda destaca o fato de o ter desenvolvido em 50 horas de
trabalho, 10 a menos que a Mercedes com seu A 38 AMG de dois motores.
O protótipo custou 600 mil euros. Os interessados, devem ser rápidos:
apenas 10 serão produzidos, com opção de suspensão, freios (de 380 mm)
e componentes adequados para levar às pistas o super-TT.
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