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ML 63 K Biturbo, da Kleemann, compensa no desempenho o que falta em
apelo visual. A preparadora dinamarquesa, usuária freqüente de
compressores, decidiu partir para
outro modo de superalimentação. Os dois
turbos Garrett levam o V8 a níveis de potência e torque
impressionantes: 800 cv e 100,2 m.kgf (este por limite eletrônico para
não sobrecarregar a transmissão). A empresa garante que o câmbio
automático de sete marchas e a tração integral de série estão aptos a
lidar com toda essa fúria.
Segundo a Kleemann, a máxima chega a 300 km/h, com limitador
eletrônico, e de 0 a 100 bastam 4 s. O ML recebe freios bem mais
potentes, suspensão modificada a rodas de 20 pol com pneus 315/35. Na
aparência, o utilitário traz novos pára-choques e saias laterais, além
de acabamento especial para bancos e painel, onde o velocímetro marca
até 400 km/h. O ML 63 K ainda não foi concluído (foi
apresentado como conceito em novembro), mas alguns de seus itens já
estão à venda. |

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Terceira preparadora, a Carlsson ainda não retrabalhou o ML 63 AMG, mas
tem opções para outras versões do utilitário, como a 500 a gasolina e a
320 a diesel. Esta última é a base para o Carlsson CD 32 das fotos, em
que o motor de seis cilindros passa de 224 para 269 cv e de 52 para 62,4
m.kgf. Note-se que, se fica distante em potência, ele se aproxima da
versão AMG em torque. No caso do CM 50 K, o antigo V8 de 5,0 litros
(agora substituído pelo de 5,5) ganhava compressor e subia de 306 para
430 cv, o bastante para ir de 0 a 100 em 5,8 s.
A Carlsson também altera a suspensão, que deixa o ML 40 mm mais perto do
solo. Como se trata de programação eletrônica, foi possível incluir uma
ressalva para aumento automático de altura caso se rode em piso muito
irregular. As alterações visuais são semelhantes às do modelo da
Kleemann: pára-choques e grade exclusivos, rodas maiores (de 11 x 22 pol
com pneus 285/30), novo acabamento interno com farto uso de couro e
Alcântara. |
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