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Carlsson e
Wald: para quem
espera mais de um Mercedes S
Mesmo os seletos compradores do
Mercedes-Benz Classe S, o sedã de
topo da marca da estrela, podem desejar algo mais exclusivo. A alemã
Carlsson e a japonesa Wald estão aptas a atender esse público.
O Carlsson Aigner CK 65 RS Blanchimont é a segunda parceria da
preparadora com a Etienne Aigner AG, especializada em couro, depois
do ousado CK 65 Eau Rouge. Desta vez as cores
são mais
tradicionais: prata embaixo, preto na parte superior da carroceria e
branco no ambiente interno, no carro das fotos. Na verdade há 30
opções de tons para o acabamento e muitas outras para a pintura.
E o interior é o destaque. Revestido em couro e camurça sintética,
traz um completo sistema de entretenimento com componentes Alpine e
Focal para o banco traseiro, que inclui monitores de 7 pol nos
encostos dianteiros, outro de 15 pol sob o teto (retrátil) e sistema
de áudio de 6 canais mais subwoofer, com parte dos
alto-falantes no
console central. O carro traz conexão sem fio para internet, de modo
que até três computadores podem usá-la dentro ou mesmo fora do
carro.
O motor V12 biturbo de 5,5 litros, que no S 600 original desenvolve
potência de 517 cv e torque de 84,6 m.kgf, recebe
remapeamento
eletrônico e melhorias em admissão e escapamento para passar a 705
cv e 112,2 m.kgf (o torque tem limite eletrônico). Segundo a
Carlsson, o limitador de velocidade máxima passa de 250 para 320
km/h e bastam 3,9 segundos para acelerar de 0 a 100, resultado
espantoso para todo o peso esperado do CK 65 (no original, cerca de
2.200 kg).
O Blanchimont
— nome de uma curva do circuito de Spa Francorchamps,
na Bélgica — conta ainda com defletores dianteiro e traseiro e rodas
de 21 pol em alumínio forjado, que usam pneus 265/30 à frente e
295/25 na traseira, e tem a suspensão a ar modificada para altura de
rodagem 30 mm menor. A reprogramação, no entanto, é feita de modo a
manter o vão livre original quando a suspensão está comprimida ao
máximo.
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Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação
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