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BMW Série 1: o
que AC Schnitzer,
Hamann e Hartge têm a dizer
O BMW Série 1 vem sendo saudado como sucessor do lendário
2002, ao reunir notável
desempenho e comportamento dinâmico divertido em um pacote compacto
e, dentro dos padrões da marca bávara, acessível. Três preparadoras
têm opções para acentuar o "notável" e o "divertido" da frase acima
nas versões cupê, hatch e conversível.
A AC Schnitzer, em atividade desde 1987 como uma das maiores
autoridades em BMW preparado, propõe o ACS1 com base no 135i. O
conjunto aerodinâmico deixa-o mais esportivo, com defletores
dianteiro e traseiro e saias laterais e no pára-choque de trás. As
rodas de 8 x 19 pol usam pneus 225/35 e o interior recebe apliques
nos padrões alumínio e fibra de carbono. Tanto o cupê quanto o
conversível podem passar pelas mudanças.
O motor de seis cilindros em linha, 3,0 litros e dois
turbos, que
desenvolve potência de 306 cv e torque de 40,8 m.kgf em seu estado
original, é retrabalhado para render 360 cv e 45,9 m.kgf, o que
permite chegar a 300 km/h (o carro de fábrica vem limitado a 250).
Para aumentar a estabilidade, a Schnitzer instala
barra de amarração
na dianteira e
recalibra a
suspensão, conforme definida pelo diretor técnico Manfred Wollgarten,
piloto de carros de turismo, em testes no anel norte de Nürburgring.
Continua
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