Depois do
três-volumes (saiba mais), a linha de médio-grandes da Citroën se
renova com a versão perua do C5, sucessor do Xantia. Ela
vem competir com as conterrâneas Renault Laguna e
Peugeot 406 e com outros modelos europeus, como a recente
Ford Mondeo SW.
A C5 Break ficou elegante com a linha sinuosa na base das
janelas, que destoava das linhas retas de sua antecessora,
a Xantia Break. Interessantes as lanternas traseiras muito compridas e
estreitas. O porta-malas transporta de 563 a 1.658
litros, com o rebatimento do banco traseiro. A
suspensão Hydractive 3, a mesma do sedã, mantém constante a altura de
rodagem, mesmo com carga máxima.
Pode-se também baixar o veículo em até 70 mm ou elevá-lo
em até 90 mm, conforme as condições de piso, a um
simples comando no console. A linha de motores passa por
versões de 2,0 litros e 138 cv, V6 3,0 de 210 cv e os
turbodiesels de 2,0 e 2,2 litros, com potência de 110 e
138 cv, nesta ordem.
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